Muita coisa acontece a todo instante. Uma correria só. A vida passando e você cheio de decisões para tomar, cheio de coisas para fazer. O ano está acabando! E outro dia, numa mesa de bar, o assunto era a ordem da vida. Existe uma ordem certa para fazermos as coisas? Existe um estatuto no qual é definida a ordem que a vida deve seguir? Vivemos num mundo no qual somos cobrados insistentemente a fazer sempre o que parece certo. E o que é certo?
Nascemos. Crescemos. Estudamos. Crescemos mais um pouco. Trabalhamos. Conhecemos pessoas. Namoramos. Casamos. Temos filhos. Et cetera. Até a primeira parte da vida me parece normal seguir uma ordem, mas e depois de adultos? Parecem-me normal as coisas serem desgrenhadas mesmo. Mas não, existe uma cobrança da sociedade: está namorando muito tempo? Quando será o casamento? Já comprou apartamento? Quando vem o herdeiro? Você terminou o noivado? Você se separou? Meudeusdocéu! Paratudo!
Eu só tinha escutado falar até acontecer no meu circulo de amizades: um casal de amigos terminou o casamento praticamente na véspera, com tudo pago, tudo pronto. Talvez eles reatem. Mas enquanto isso fica a cobrança de todo mundo. É da conta deles se reatarem, se forem morar juntos sem as formalidades do casamento (deveria ser obrigatório um teste drive, assim diminuiria os divórcios com menos de um ano de casados), a vida é deles. Mas existe a bendita cobrança e para tudo nessa vida. Você termina um relacionamento e fica sendo cobrado por ele. Pô, não basta o sofrimento que a situação lhe proporciona você tem mesmo que ficar correspondendo às cobranças dos outros? Cada um tem sua opinião sobre tudo, mas nem sempre precisamos opor.
Sem ser contraditória (afinal casei conforme os mandamentos católicos), esse negócio de casar no cartório, na igreja, já está em desuso há muito tempo, então e daí se o casal querer apenas morar junto? Se assim forem felizes, ótimo! Fez-me feliz casar na igreja, ter a minha festa, ser tudo do jeito que sempre quis. Mas naquele momento eu tinha certeza (como tenho até hoje) que eu queria ficar com o Marido para o resto da minha vida ou enquanto durasse (e não adianta dizer que todo mundo que casa tem essa certeza, aí tenho minhas dúvidas). Queríamos e desejamos aquilo. Mas se fosse da nossa vontade apenas morar juntos, teríamos feito também. O casamento, independente do jeito que for formalizado, deve trazer serenidade e não inquietude. Não é seguindo regras e conceitos impostos pela sociedade que nos trará felicidade e sim, as nossas escolhas, a nossa atitude e o nosso olhar diante a vida.
Não existe uma ordem certa para as coisas acontecerem. A ordem é ser feliz agora, amanhã, sempre e... apesar de tudo. Daí o sentido.
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quinta-feira, 16 de setembro de 2010
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Anatomia do tédio
"Vivemos uma época de faltas: falta de tempo, de sono, de repouso, de dinheiro, de amor, de convivência, de variedade, de coesão familiar, de comicidade, de cordialidade, de liberdades, de simplicidades, de natureza, de segurança, de estabilidade financeira. Vivemos, em contrapartida, uma época de excessos: excesso de ansiedade, de trabalho, de burocracia, de ruídos, de hostilidade, de monotonia, de pagamentos, de alarmes, de desagregação familiar, de tensão, de dramaticidade, de violência, de coerções, de complicações, de ameaças, de instabilidade."
do livro O Amor acaba - Crônicas Líricas e existenciais, Paulo Mendes Campos
do livro O Amor acaba - Crônicas Líricas e existenciais, Paulo Mendes Campos
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Já prestou atenção nessa letra?
Tem dias que eu fico pensando na vida
E sinceramente não vejo saída.
Como é, por exemplo, que dá pra entender:
A gente mal nasce, começa a morrer.
Depois da chegada vem sempre a partida,
Porque não há nada sem separação.
Sei lá, sei lá, a vida é uma grande ilusão.
Sei lá, sei lá, só sei que ela está com a razão.
A gente nem sabe que males se apronta.
Fazendo de conta, fingindo esquecer
Que nada renasce antes que se acabe,
E o sol que desponta tem que anoitecer.
De nada adianta ficar-se de fora.
A hora do sim é o descuido do não.
Sei lá, sei lá, só sei que é preciso paixão.
Sei lá, sei lá, a vida tem sempre razão.
Sei lá... a vida tem sempre Razão (Toquinho e Vinicius de Morais)
E sinceramente não vejo saída.
Como é, por exemplo, que dá pra entender:
A gente mal nasce, começa a morrer.
Depois da chegada vem sempre a partida,
Porque não há nada sem separação.
Sei lá, sei lá, a vida é uma grande ilusão.
Sei lá, sei lá, só sei que ela está com a razão.
A gente nem sabe que males se apronta.
Fazendo de conta, fingindo esquecer
Que nada renasce antes que se acabe,
E o sol que desponta tem que anoitecer.
De nada adianta ficar-se de fora.
A hora do sim é o descuido do não.
Sei lá, sei lá, só sei que é preciso paixão.
Sei lá, sei lá, a vida tem sempre razão.
Sei lá... a vida tem sempre Razão (Toquinho e Vinicius de Morais)
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Relato de uma noiva
Uma amiga queridíssima vai casar. Essa minha amiga é daquelas que você não precisa escolher a dedo. Ela se torna amiga simplesmente pela compatibilidade das personalidades. Uma coisa de louco por que a conheci quando entrei na revista Imprensa. Ela havia acabado de sair para uma outra oportunidade e eu acabei ficando no lugar dela. Eu sempre ouvia “nossa, mas você e a Faby são muito parecidas”. Nem convivemos juntas diariamente para nos tornarmos tão queridas uma para outra.
Outro dia, um colega em comum, também da revista, enviou um e-mail pedido o contato dela. Na hora pensei “putz grilo, a última vez que a Faby me ligou eu estava aqui preenchendo um monte de documento para o emprego novo e não pude falar, disse que retornaria e não retornei (e já passou dois meses!!!!). Chegou ao final desse dia e eu liguei:
- Fabyyyyy!!!! Se adivinhar quem está falando ganha um doce.
- É a Gabi!!! Nossa, menina, tenho uma mega novidade para te contar.
- Já sei: você vai casar???
- Sériooo. E está marcadíssimo!!!
Nossa, fiquei mega feliz por ela. É das pessoas que conheço a que mais quer casar na vida.
Também fiquei sabendo que ela conseguiu um novo emprego. Está felicíssima.
Trocamos nossos e-mails profissionais novos e no dia seguinte ficamos o dia todo conversando sobre casamento.
Que conversa deliciosa! Acabei dando conta de como algumas lembranças vão ficando adormecidas, guardadas lá no fundo da memória.
Ainda não fez um ano que casei e não me dava mais conta das delícias de sentimentos provocados em mim na produção desse evento. Cada detalhe, cada escolha tem um gosto especial. Lembro também de um conselho da Dani: “aproveite ao máximo todos esses meses de preparação, por que o dia mesmo passa muito rápido que a gente nem sente, acorda no dia seguinte e fala: acabou?!”. Sábio conselho. E agora ficaram as lembranças que quero eternizar.
Lembro que cada final de semana era programado para alguma coisa do casamento: buffet, decoração, lembrancinha, feira de noivos, vestido da noiva, roupa do noivo, bouquet, etc. E um dos comentários mais engraçados que fiz na época, ouvi agora pela minha amiga Faby e por um amigo do Roberto que também vai casar: “nada custa menos de mil reais”. É verdade! Exceto duas coisas em nosso casamento:
1) a DJ – que foi extremamente maravilhosa. Além de fazer o som da festa, ela me deu toda consultoria durante o evento, animou os convidados, fez os noivos encenarem uma dança que não estava prevista ao som de Dirty Dancing (mas que eu amei), fez uma brincadeira diferente na hora do bouquet, enfim fez a festa acontecer.

2) O bar que montamos foi excelente e também custou um pouco menos de mil reais. Os bartender’s serviam o pessoal no bar com vários coquetéis diferentes, além de servirem os noivos aonde quer que eles estivessem no salão.
A escolha do vestido é o que mais aflige a noiva, mas quando eu vesti o meu primeiro modelo (tinha visto apenas em revista) afirmei “quero esse pra mim”. Vesti mais uns 50 modelos na loja para o VENDEDOR ter certeza, por que eu já tinha. Fui em outra loja só para eu ter mais certeza que um outro modelo que tinha gostado na revista não era para se, mas o primeiro que vesti foi a minha escolha. Lindo demais. E lembro que na última prova do vestido, um pouco antes da data do casamento, me emocionei e chorei. Um choro sentido, sem motivo, sem porquês. Noivas se tornam vulneráveis.

Outra escolha de amor a primeira vista foi o sapato. Primeiro minha amiga Dani emprestaria os sapatos que ela usou em seu casamento, mas não serviu em mim e noiva com sapato apertado ninguém merece. Então fui com a minha amiga Nina lá na Durval, indicação da Dani, uma loja só de sapatos para festas. Calcei quase todos e não gostava de nenhum. E fazia graça, desfilava com os sapatos na loja e todos se divertiam. Perguntei para a vendedora: “Não é possível que não tenha mais nenhum modelo branco”. Voltei à vitrine e eis que me deparo com um modelo lindo na cor marfim: “Moça, olha esse modelo que lindo, não tem branco?”. A vendedora muito simpática disse “Tem branco sim, é que esse modelo é da coleção nova e chegou hoje na loja ainda não arrumamos, só colocamos esse na vitrine, mas vou pegar um par branco para você ver”. Geeeeente, vocês não têm noção, me senti a Cinderela com o sapatinho de cristal. Antes mesmo de vestir já sabia que era ele e ponto final. Caríssssssssimo!!!! Carísssssimo mesmo para um sapato branco. Mas comprei. Principalmente, por que ele é um modelo para o verão e daria para usá-lo outras vezes. Vejam só já usei duas vezes: no casamento e no reivellon. Olha só! Mas o importante é ser feliz.

Tem escolha de padrinhos, igreja, salão de festa, salão para o dia da noiva, maquiagem, penteado, acessórios, convites, músicas, etc, etc, etc. São vários detalhes. E um detalhe especial: o bouquet. Esse eu achei difícil. Vi vários modelos em diversas revistas, mas eu tinha na cabeça o modelo que eu queria. Fui em algumas floriculturas. Gente, sem noção como é caro o bouqet. Acabei produzindo o meu numa floricultura muuuuuiiiito antiga lá pros lados onde morava com minha mãe, ao lado do cemitério do Tremembé, ZN (eu sempre voltando às origens; já dizia o Roberto, risos). Fui lá, expliquei pro cara como eu queria, tinha que ser lírios rosa, em formato de cascata, não podia ser grande, nem muito cheio, nem muito fino, tinha que ter harmonia com o meu corpo magro e esguio, além de combinar com o vestido. Sensacional. O vendedor entendia tudo e paguei bem menos do que pagaria se tivesse comprado isso nessas floriculturas cheias de frescura. E comigo é assim, não tem frescura, pode ser barato ou caro (prefiro sempre o mais em conta, claro), gostei, comprei. No dia do casamento é óbvio que fiquei preocupada com meu bouquet. Minha mãe iria trazê-lo da ZN. Estava um dia quente. Minha preocupação era meu bouquet chegar acabado aqui, mas ele chegou espetacular e do jeitinho que imaginei desde o primeiro momento. Lindo!!! E não foi ele que joguei para as solteiras, foi outro. Esse eu presenteei uma amiga muito especial, a Nina.

E tem tantas outras recordações especiais. Cada detalhe é escolhido com tanto carinho pelos noivos e tem suas particularidades. Cada escolha que fizemos foi por um motivo especial só nosso. Lembro que nada foi escolhido pensando no que os outros iriam pensar. Prova maior disso foi o bolo, que escolhi de mousse de chocolate ao invés do tradicional bolo branco de casamento (risos). A ideia era agradar o nosso desejo, satisfazer a nossa vontade, realizar o meu sonho.
Os detalhes fazem diferença. A festa foi sensacional. Diverti-me do começo ao fim. E se tivesse a chance de voltar e reviver um dia da minha vida, sem dúvida nenhuma seria o dia do meu casamento, do momento que entrei na igreja até o fim da festa.
Outro dia, um colega em comum, também da revista, enviou um e-mail pedido o contato dela. Na hora pensei “putz grilo, a última vez que a Faby me ligou eu estava aqui preenchendo um monte de documento para o emprego novo e não pude falar, disse que retornaria e não retornei (e já passou dois meses!!!!). Chegou ao final desse dia e eu liguei:
- Fabyyyyy!!!! Se adivinhar quem está falando ganha um doce.
- É a Gabi!!! Nossa, menina, tenho uma mega novidade para te contar.
- Já sei: você vai casar???
- Sériooo. E está marcadíssimo!!!
Nossa, fiquei mega feliz por ela. É das pessoas que conheço a que mais quer casar na vida.
Também fiquei sabendo que ela conseguiu um novo emprego. Está felicíssima.
Trocamos nossos e-mails profissionais novos e no dia seguinte ficamos o dia todo conversando sobre casamento.
Que conversa deliciosa! Acabei dando conta de como algumas lembranças vão ficando adormecidas, guardadas lá no fundo da memória.
Ainda não fez um ano que casei e não me dava mais conta das delícias de sentimentos provocados em mim na produção desse evento. Cada detalhe, cada escolha tem um gosto especial. Lembro também de um conselho da Dani: “aproveite ao máximo todos esses meses de preparação, por que o dia mesmo passa muito rápido que a gente nem sente, acorda no dia seguinte e fala: acabou?!”. Sábio conselho. E agora ficaram as lembranças que quero eternizar.
Lembro que cada final de semana era programado para alguma coisa do casamento: buffet, decoração, lembrancinha, feira de noivos, vestido da noiva, roupa do noivo, bouquet, etc. E um dos comentários mais engraçados que fiz na época, ouvi agora pela minha amiga Faby e por um amigo do Roberto que também vai casar: “nada custa menos de mil reais”. É verdade! Exceto duas coisas em nosso casamento:
1) a DJ – que foi extremamente maravilhosa. Além de fazer o som da festa, ela me deu toda consultoria durante o evento, animou os convidados, fez os noivos encenarem uma dança que não estava prevista ao som de Dirty Dancing (mas que eu amei), fez uma brincadeira diferente na hora do bouquet, enfim fez a festa acontecer.
2) O bar que montamos foi excelente e também custou um pouco menos de mil reais. Os bartender’s serviam o pessoal no bar com vários coquetéis diferentes, além de servirem os noivos aonde quer que eles estivessem no salão.
A escolha do vestido é o que mais aflige a noiva, mas quando eu vesti o meu primeiro modelo (tinha visto apenas em revista) afirmei “quero esse pra mim”. Vesti mais uns 50 modelos na loja para o VENDEDOR ter certeza, por que eu já tinha. Fui em outra loja só para eu ter mais certeza que um outro modelo que tinha gostado na revista não era para se, mas o primeiro que vesti foi a minha escolha. Lindo demais. E lembro que na última prova do vestido, um pouco antes da data do casamento, me emocionei e chorei. Um choro sentido, sem motivo, sem porquês. Noivas se tornam vulneráveis.
Outra escolha de amor a primeira vista foi o sapato. Primeiro minha amiga Dani emprestaria os sapatos que ela usou em seu casamento, mas não serviu em mim e noiva com sapato apertado ninguém merece. Então fui com a minha amiga Nina lá na Durval, indicação da Dani, uma loja só de sapatos para festas. Calcei quase todos e não gostava de nenhum. E fazia graça, desfilava com os sapatos na loja e todos se divertiam. Perguntei para a vendedora: “Não é possível que não tenha mais nenhum modelo branco”. Voltei à vitrine e eis que me deparo com um modelo lindo na cor marfim: “Moça, olha esse modelo que lindo, não tem branco?”. A vendedora muito simpática disse “Tem branco sim, é que esse modelo é da coleção nova e chegou hoje na loja ainda não arrumamos, só colocamos esse na vitrine, mas vou pegar um par branco para você ver”. Geeeeente, vocês não têm noção, me senti a Cinderela com o sapatinho de cristal. Antes mesmo de vestir já sabia que era ele e ponto final. Caríssssssssimo!!!! Carísssssimo mesmo para um sapato branco. Mas comprei. Principalmente, por que ele é um modelo para o verão e daria para usá-lo outras vezes. Vejam só já usei duas vezes: no casamento e no reivellon. Olha só! Mas o importante é ser feliz.
Tem escolha de padrinhos, igreja, salão de festa, salão para o dia da noiva, maquiagem, penteado, acessórios, convites, músicas, etc, etc, etc. São vários detalhes. E um detalhe especial: o bouquet. Esse eu achei difícil. Vi vários modelos em diversas revistas, mas eu tinha na cabeça o modelo que eu queria. Fui em algumas floriculturas. Gente, sem noção como é caro o bouqet. Acabei produzindo o meu numa floricultura muuuuuiiiito antiga lá pros lados onde morava com minha mãe, ao lado do cemitério do Tremembé, ZN (eu sempre voltando às origens; já dizia o Roberto, risos). Fui lá, expliquei pro cara como eu queria, tinha que ser lírios rosa, em formato de cascata, não podia ser grande, nem muito cheio, nem muito fino, tinha que ter harmonia com o meu corpo magro e esguio, além de combinar com o vestido. Sensacional. O vendedor entendia tudo e paguei bem menos do que pagaria se tivesse comprado isso nessas floriculturas cheias de frescura. E comigo é assim, não tem frescura, pode ser barato ou caro (prefiro sempre o mais em conta, claro), gostei, comprei. No dia do casamento é óbvio que fiquei preocupada com meu bouquet. Minha mãe iria trazê-lo da ZN. Estava um dia quente. Minha preocupação era meu bouquet chegar acabado aqui, mas ele chegou espetacular e do jeitinho que imaginei desde o primeiro momento. Lindo!!! E não foi ele que joguei para as solteiras, foi outro. Esse eu presenteei uma amiga muito especial, a Nina.
E tem tantas outras recordações especiais. Cada detalhe é escolhido com tanto carinho pelos noivos e tem suas particularidades. Cada escolha que fizemos foi por um motivo especial só nosso. Lembro que nada foi escolhido pensando no que os outros iriam pensar. Prova maior disso foi o bolo, que escolhi de mousse de chocolate ao invés do tradicional bolo branco de casamento (risos). A ideia era agradar o nosso desejo, satisfazer a nossa vontade, realizar o meu sonho.
Os detalhes fazem diferença. A festa foi sensacional. Diverti-me do começo ao fim. E se tivesse a chance de voltar e reviver um dia da minha vida, sem dúvida nenhuma seria o dia do meu casamento, do momento que entrei na igreja até o fim da festa.
domingo, 2 de agosto de 2009
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