segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
domingo, 16 de outubro de 2011
4 meses - e eu tenho o amor maior do mundo
"Eu tenho tanto pra lhe falar
Mas com palavras não sei dizer
Como é grande o meu amor por você
E não há nada pra comparar
Para poder lhe explicar
Como é grande o meu amor por você
Nem mesmo o céu nem as estrelas
Nem mesmo o mar e o infinito
Não é maior que o meu amor
Nem mais bonito
Me desespero a procurar
Alguma forma de lhe falar
Como é grande o meu amor por você
Nunca se esqueça, nem um segundo
Que eu tenho o amor maior do mundo"
Como é grande o meu amor por você
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
barulhinho bom
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Para Gabriela uma Primavera e Benjamin
Estou em falta nesse blog. Em falta em tudo na minha vida. Estou tentando encontrar (ou colocar) ordem na vida, se é que isso será possível um dia. Acho que ordem não existirá mais, mas as coisas se encaixam. Um mês que não escrevo aqui! Assunto eu tenho de monte, falta tempo para parar no computador e organizar as ideias. Algumas pessoas já me falaram
"ah, você posta fotos e mensagens no FB, então tem tempo, o filho não esta consumindo tanto tempo assim". Não sabe de nada esse ser! Eu só posto no FB, entro em sites, envio email, graças esse tal de iPhone! Aliás, teclo dele nesse exato momento! Nunca pensei que fosse gostar e me adaptar tanto com esses aparelhos!
Setembro praticamente acabou e eu nem vi passar. O final do ano está ai... mais um ano se finda.
Estou pensando que preciso fazer algo, mudar a vida (um pouco mais). Bom, mas isso é outro assunto.
Felicidade é pouco pra descrever meu sentimento. Então ter filhos é isso?! Se emocionar pq seu filho sorri pra você, vontade de ficar abraçado a vida toda, ficar entregue a um ser tão pequeno, zelar seu sono, sentir que você mudaria o mundo por ele... É isso ser feliz?! Ou é amor?! Uma mistura de tudo isso e mais um pouco?! Eu sei que todos os dias tenho acordado com o peito cheio de amor (além de muito leite). Meu Ben está me tornando uma pessoa melhor. Ser mãe é edificante.
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Fraldas, bolsas e mulheres
domingo, 31 de julho de 2011
Diversas sensibilidades
:-) Você vai ser a melhor mãe que o seu filho pode ter;
:-) Você vai descobrir que é mais forte do que imagina.
Esse último, inclusive, me emocionou demais. Eu que era a pessoa mais cagona do mundo, descobri que sou mesmo mais forte do que imaginava. Hoje posso dizer que não tenho medo de nada, exceto de uma coisa: de morrer. Acho que antes eu nem pensava nisso, mas agora penso que não posso morrer de jeito nenhum pois tenho o meu filho para criar, educar, apresentar esse mundo, proteger, abraçar e encher de carinhos.
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Dia desses recebi um conselho que sem dúvida foi o melhor dos últimos tempos, que é para eu ficar atenta aos meus instintos de mãe...e eu estou.
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Quando temos um filho precisamos estar preparados para o inesperado. Nada mais é possível programar. Você vive em função dele.
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"Filho" virou minha palavra favorita, adoro pronunciá-la e faço com gosto, com orgulho, cheia de bossa.
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Ainda é difícil acreditar que Benjamin saiu de mim, faz parte de mim, que pertence a mim. Quando ele sorri então...fica ainda mais inacreditável.
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A semana que passou foi punk, bem difícil. Por incrível que pareça tudo passou no momento que atravessei a porta da pediatra. E mais uma descoberta: se eu estou bem, Meu Ben também está. Se ele está bem, eu também estou. Isso é real.
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Ah!!! Fazer compras também ajudou!
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Cada quilo que meu Ben ganha, eu perco um. Eita menino guloso!
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Meu Ben adora banho e eu adoro dar banho nele.
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Cada dia que passa estou mais apaixonada...
terça-feira, 26 de julho de 2011
Tolerância zero
domingo, 24 de julho de 2011
Pensamentos soltos
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Enfeite de porta maternidade
domingo, 3 de julho de 2011
Ele chora, eu choro
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Amor
domingo, 26 de junho de 2011
O dia em que voce nasceu
São Paulo, quinta-feira, 16 de junho de 2011.
Acordei. Ainda deitada recebi uma ligação da tia Rosana. Era um dia ensolarado. E acho que foi o primeiro que não havia pensado “será que você nasce hoje?”. No dia anterior estivemos na consulta com o obstetra que mais uma vez confirmou que você ainda estava alto na barriga da mamãe. E eu tinha apenas um centímetro e meio de dilatação. E você o prazo de mais uma semana para permanecer dentro de mim. Eu queria tanto ter você de parto normal. O Dr. Vicente tentou descolar a bolsa pra ver se de repente eu entrava em trabalho de parto nos próximos dias. Mesmo assim tivemos que marcar a cesariana, que ficou para o dia 21 de junho. Era pra ser dia 20, mas não tinha vaga na Maternidade Santa Joana, nem no Pró Matre. É muito estranho ter que escolher uma data para o nascimento do seu filho. É como se aquela escolha fosse determinar uma vida inteira, o que de certa forma é uma verdade.
No dia 16 para minha surpresa saiu o tampão da bolsa - o que até então eu não sabia o que era. Liguei para o Marido que indicou ligar pro médico – que pediu que eu fosse para o hospital ser examinada. Logo estavam em casa minha mãe e o Piffer. Fomos para o Santa Joana. Chegamos lá, fui examinada e explicaram que aquilo tratava-se do tampão. A dilatação era a mesma: 1,5cm. Mas eu ainda faria outros dois exames, um deles era ultrasson – realizado por último.
Eu estava morrendo de fome, não tinha almoçado e já era quase final de tarde. O marido foi buscar algo para eu comer e voltou super rápido com uma notícia inesperada. Ele tinha encontrado a médica que estava me atendendo. Ela contou que eu não poderia comer nada e que você nasceria naquele dia. Ele me contou a notícia todo nervoso. E eu fiquei em pânico: como assim??? Explica direito. E ele explicou:
- Encontrei a médica e ela disse que você não poderia comer, que houve uma alteração no líquido aminiótico e que o bebê teria que nascer de cesária.
Fiquei nervosa. Comecei a tremer da cabeça aos pés. Mas tudo estava saindo como eu imaginei durante os 9 meses de gestação: de repente! Fomos chamados e avisados sobre o que estava acontecendo, além da alteração no líquido, você era grande e estava com o dorso virado pra direita (o que até agora não sei muito o que significa, mas tinha algo a ver com a possibilidade de prender sua respiração). Minha pressão que é super baixa foi lá em cima. Fomos transferidos para a maternidade Pró Matre e o seu nascimento estava marcado para às 21h30. Demos entrada na maternidade e me instalaram no quarto que mais parecia de um hotel. Estava eu, o Marido, minha mãe e logo chegaram a Luana e a Dani (uma outra surpresa do dia. Eu havia avisado a Dani conforme combinamos - que se algo acontecesse, tipo a bolsa estourasse, ela queria ser avisada imediatamente). Com todas essas pessoas lá a espera ficou menos sofrida e quando dei por mim era 21h22, eu não havia nem me arrumado ainda. Rapidamente me despi e coloquei a camisola. Chegaram para me levar.
Eu estava feliz, enfim conheceria a pessoinha agitada que me chutava o tempo todo. Estava com um pouco de medo também, mas isso foi passando aos poucos. Na sala de parto conheci o anestesista Alexandre, uma figura de pessoa, que me explicou todo o processo da anestesia, as sensações que ela causaria. Assim que tomei a anestesia todo medo passou, fiquei mais tagarela do que já sou. Nunca imaginei que um parto fosse dessa forma. Na sala tinha música e nunca vou me esquecer: enquanto você nascia toucou uma das músicas preferidas da mamãe, I’m yours, de Jason Mraz. Todos ficam conversando animadamente o tempo todo. E o papai ali do lado, nervoso de emoção. Ao ver sua cabecinha saindo, seu pai soltou “nossa, tem um bebê lá dentro mesmo”. A gente fica meio assim, sem noção da realidade.
Você chegou ao mundo às 22h28. Ainda não sei explicar o que senti ao te ver, só pensava “saiu de mim”. Depois de te enrolarem, realizarem alguns exames, te trouxeram e colocaram bem pertinho de mim, você tinha uma carinha de bravo, testa franzida, não tinha dúvida nenhuma que era meu. Sua boca tão linda, bem desenhada, igual ao do papai. Você era perfeito e do jeito como eu sempre imaginei. Você nasceu grande e os médicos comentaram que você parecia um bebê de um mês e não um recém nascido. Aliás, todas as enfermeiras comentaram que você era grande, esperto e bravo. Realmente, você era o maior do berçário, nasceu com 52cm!
Ao todo, nos dois dias em que ficamos na maternidade, 70 pessoas foram nos visitar. Parecia uma festa e de certa forma era. As visitas não param aqui em casa. Já se passaram 10 dias e é impressionante como o meu amor por você aumenta a cada dia. É algo inexplicável. Quando você nasceu, nasceu também uma mãe, um pai, uma família. Em tão pouco tempo aprendi trocar fraldas, dar banho, interpretar seu choro de fome, de cólica e seu gesto de quem quer arrotar e não está conseguindo. Essas coisas que nos assustam enquanto o esperamos. Estou aprendendo a me comunicar com você. É tudo intuitivo, filho.
Você já é muito esperto. Gosta de conversar, de escutar. Está atento a tudo a sua volta. Você gosta de música! E pensar que tem um mundo imenso para lhe apresentar. A nossa vida juntos só está começando. É como disse o Marcelo, do blog Sopa de Pai, a vida continua e também começa agora!