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domingo, 20 de fevereiro de 2011

coisas de gente grande

Quando comecei no mercado de trabalho achava o máximo os profissionais dizerem que estavam em reunião. Como desejei participar de várias... Que bobagem! Quando comecei a participar de reunião me achava o máximo e até importante. Ai que bobona! Agora que é normal participar de reuniões, eu acho um sacooooo! Tem coisa mais chata? Ainda bem que nesses tempos modernos o celular deixa de ser proibido e você pode disfarçadamente (é lógico) enviar ou responder um torpedo, atualizar as redes sociais...e que coisa mais banal participar de reunião, né? Hoje você liga para uma amiga e se ela não pode falar, está em reunião. TODOS participam de reuniões internas, externas, na mesa ao lado....

Dinheiro. Quando eu era pequena achava o máximo ver meus pais me dando dinheiro, pagando suas coisas, gastando. Achava que ter dinheiro era o ápice da independência. E torcia para ser gente grande logo. Comecei a trabalhar e vivia numa pendura. Putz grilo, tinha dias que eu não tinha dinheiro pra nada. O meu primeiro emprego foi num telemarketing, caraca ganhava pouco pra burro!!! Na empresa não tinha lugar para marmita, logo não podia levar. Eu e minhas colegas levávamos lanche e comíamos na escada até que um dia o zelador proibiu alegando que a gente deixava a escada suja. Uma calúnia! Aí a gente começou a comer cachorro quente de duas salsichas por R$0,5. Aff...eu tinha um receio de comer aquele hot dog. DUAS salsichas por R$0,50!!!! Muito estranho. E o carrinho do tio ficava LO-TA-DO! Depois tinha a faculdade....

Hoje independente. Acho super bacana ter o meu dinheiro. Comprar as minhas coisas na hora que quiser. O máximo que eu acho é poder sair pra almoçar (sem me importar muito se o restaurante é caro ou não) e dar o cartão de débito pra pagar. Acho tudo de bom. Aliás, ADORO sair pra comer e pagar. Porque mesmo que a gente fale “to sem dinheiro”, sempre tem um na conta. Acho que essa frase é mais força de expressão. E eu até me sinto mal quando uso essa frase. E fico brava com o marido quando ele diz também. Porque não ter dinheiro é triste.

Hoje eu não entendo porque quando eu era mais nova queria tanto ser gente grande. Brincar disso é legal, mas na prática...Ser gente grande não é lá essas coisas. Não me acho o máximo participando de reuniões e muito menos por ter que pagar contas. Eca!

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

BBBosta

Pra mim já deu BBB. Eu adorava esse programa inútil, é verdade. Mas agora já deu o que tinha que dar. Fico irritada ao ouvir o Bial chamando aquele monte de pangaré de “heróis”.

Pergunto: Herói por quê? Os caras não fazem nada e são heróis?! Também tem me irritado a entonação, encenação e as caras e bocas que o apresentador faz quando lê aqueles seus textos de eliminação.

Não aguento mais o tal Lucival. Esse Ser toda vez que vota em alguém dá a mesma justificativa: “vou votar em fulano porque acho que ele tem um futuro brilhante lá fora”. Vai a merda!!!!!! Quantos ex-BBB se deram bem??? Sabrina, Grazi, a bonitinha que faz o papel de Clotilde, em Tititi...quem mais mesmo? Ah, sim, tem os vencedores do prêmio.

E aquela choradeira depois da votação?! As moças que o digam. Todas elas choram e ficam se justificando porque votou em determinada pessoa. Porra, não é a lei do jogo, eliminar os participantes? Para isso você precisa votar em quem você quer que eliminar. Logo não precisa ficar dando explicação. Aliás, ninguém nem precisa ficar sabendo em quem você votou. Que saco!

Olha, ou meu momento é muito sublime ou o BBB sempre foi um saco e só agora eu me dei conta disso. Que lástima.

terça-feira, 20 de julho de 2010

Nesse dia do Amigo...

...minha homenagem também vai para eles: Bruno e Maka. E faço minhas as palavras da minha queridíssima amiga Nina, em seu post: clique aqui.
Que amizade "BUNIIIITA"!

sexta-feira, 23 de abril de 2010

21 de abril - Signo do mês TOURO

Planeta regente: Vênus
Elemento: Terra
Modo de ação: fixo (qual será o significado disso?!)
Características: persistente (até demais), afetuoso (muito), sensual (cof, cof), estável (será?!)
Em desequlíbrio: possessivo (hehehe), teimoso (imagina), preguiçoso (em demasia), turrão (ah, vá!)

Vida nova, a partir do seu aniversário. Confie em seus encantos, faça novas amizades e amplie sua rede de relações. Sol e Mercúrio, em seu signo, garantirão presença marcante, brilhantismo e muita determinação para conquistar seus objetivos. A entrada de Vênus na área do dinheiro favorecerá acordos financeiros, transações comerciais e parceria nos negócios. Compras serão irresistíveis com Vênus nessa posição. A atração por objetos bonitos, roupas e acessórios aumentará os gastos, mas trará grandes satisfações para seus sentidos.
*
Lembro quando acreditava totalmente nas mensagens que meu signo trazia todo mês. Até que um dia percebi.... todos os signos traziam sempre as mesmas mensagens, sempre muito parecido!!! Foi uma grande decepção....O contexto é o mesmo só mudam as palavras: novas amizades surgirão; você encontrará uma pessoa que não vê há tempos; cuidado com as finanças ou ainda, esse período aumentará seus gastos; entrará um dinheiro extra (e nunca entra); período favorável para os negócios; uma promoção marcará sua vida profissional; poder pessoal em alta; etc; e ainda: a posição de Saturno e Urano com marcação positiva entre Sol e Plutão com conexão forte em Mercúrio e a entrada de Vênus, inaugura uma época de harmonia na área financeira e no amor. Momento propício para negociações financeiras e se estiver sozinho (esse detalhe nunca pode faltar) possibilidade para encontrar um grande amor.

Olha que lindo esse texto de horóscopo. Pronto. Já interpretei o lance da vida nova. Acabo de encontrar uma oportunidade de mercado. Já posso pensar em mudar de profissão. Será que astrologia dá dinheiro? Já pensou: Astral por Gabis Miranda. Será que teria credibilidade no mercado?

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Miúdos (e/ou moelas)

Comecei a ler o livro Julie e Julia. Resumidamente, trata-se de uma história real relatada por Julie – uma mulher de quase 30 anos (ela tem 29 e esse “quase 30” só comprova aquela minha tese de que quem tem 29, tem de fato quase 30, meio termo, blá blá blá), em um emprego medíocre, pressionada para ter um bebê, sem conseguir achar um rumo para sua vida. Um belo dia encontra um livro famoso de receitas de Julia Child e tudo começa a mudar. O marido a incentiva fazer um blog no qual ela passa comentar todas as receitas que prepara todos os dias do ano. Basicamente isso, mas vai além.

Julie é muito engraçada, suas peripécias são ótimas e eu me identifico com ela, exceto o fato do emprego medíocre (isso eu não posso reclamar, embora o faça de vez em quando, afinal sou um ser humano!). Exceto (também) o fato que eu não cozinho. Não cozinho no sentido literal da palavra. Eu até sei cozinhar, preparar uma receita, mas não cozinho. Não chego em casa e preparo um jantar. Mas a explicação para isso é muito simples e séria, eu trabalho longe, chego em casa às 21h00, sou uma mulher moderna e não há santo que mereça ir para o fogão esse horário. Chega até ser perda de tempo. Então comemos um lanche ou uma comida congelada (viva a modernidade, ao consumo e o indivíduo que teve a brilhante idéia de congelar os alimentos!).

Lendo o livro até me bate uma vontade de ir para cozinha e preparar algo gostoso para o marido (de fato ele não foi fisgado pelo estômago. Eu conto com outros atributos. Faço outras coisas bem melhores, além de ser engraçada, inteligente, espirituosa, amável, cuidadosa, brava, teimosa, mandona, etc.). Recordo-me de alguns dos meus momentos culinários.

No natal de 2008 já estávamos casados e o Piffer tinha ganhado uma dessas cestas de natal com peru e vários outros quitutes natalinos. Na época nem preparamos nada porque passamos as festas nas casas dos familiares. Fui inventar de preparar o tal peru em janeiro de 2009 (vai vendo). Nem sabia se aquilo devia ser temperado. Eu nunca precisei fazer isso, minha mãe preparava tudo no dia de natal. Lembro que ela passava o dia inteiro na cozinha para que tudo ficasse pronto para a ceia. Ela gastava o dia todo, logo o modo de preparo devia ser complicado. Atualmente, o bicho vem temperado e quase pronto para assar. Li o modo de preparo, tentei fazer tudo de acordo e coloquei no forno. Alguns minutos depois bate na porta de casa um amigo. Comentei que estava assando o peru de natal e ele simplesmente me perguntou (como se fosse a coisa mais normal do mundo) “tirou os miúdos?”. Pausa. Como assim, que miúdos??? Isso fazia parte da época da minha mãe? E mentalmente veio a leitura do modo de preparo. Lá dizia para tirar esses miúdos, mas eu nem me dei conta, nem liguei os pontos, nem mesmo sabia o que eram miúdos. Sabia que era uma coisa que vinha no saquinho enfiado no traseiro da ave. Mas veja bem, se o negócio vinha temperado qual o sentido de manter o saquinho de miúdos dentro dele? Pausa. Tem gente que gosta de comer isso. Eca.

Meu amigo entrou em casa tirou os tais miúdos do peru (quem disse que eu tinha coragem de enfiar a mão no buraco do bicho?!). Ainda bem que fazia pouco tempo no forno. Agora imagine: para alguém bater a minha porta e após o meu comentário do menu perguntar se tirei os miúdos, esse alguém sabe que me falta alguns parafusos.

Julie também não sabia o que eram miúdos (ou moelas). Sabia que não era o fígado, mas entre os pedaços restantes de vísceras, qual deles era moela, ela não sabia. Eu até hoje também não sei.

terça-feira, 16 de março de 2010

coisinhas

Para quem está curioso.
Sim, ainda estou frequentando a academia. Tá durando, né?! Tem uma coisa que é verdade, quando a academia começa dar resultados, você tem mais força de vontade. Minha barriga está secando! Só meu peso que não diminui, pelo contrário, agora estou com 59kg. Mas só o fato de não estar mais concentrado num lugar só, fico feliz. Ainda não gosto do clima da academia. Nossa, me incomoda entrar no vestiário e dar de cara com aqueles corpos desnudos. Tem muita gente esquisita. E eu tb não gosto de ficar nua na frente daquele bando de mulheres. Devia ter divisórias. Coisa estranha.

*
Consumo
Outro dia meu marido foi comprar uma chuteira. Fomos à loja da Nike. Ele escolheu uma na promoção e deixou de lado para ver outras. Encontrou outra que adorou, mas um número maior (e queria levar, depois dizem que as mulheres surtam quando fazem compras). Achou uma outra que adorou logo de cara e essa estava mais que em promoção, estava em liquidação: o preço da 1ª + 20% de desconto. Eu que não entendo, achei a mais bonita. A bendita custava de R$399 por R$89,90 + os 20% de desc. Eis que surge uma dúvida.

- Do que será que é feita? Questionou meu marido.
- Não importa. O que importa é que ela custava R$399 reais e agora menos de R$100!!!!

Se fosse um sapato eu teria comprado dois pares, meu marido se contentou com um par de chuteiras.

*
Espirituoso
No trânsito um vendedor de amendoim cumprimenta meu marido com ar de intimidade. Fiquei curiosa, surpresa perguntei:

- Você conhece?
- Sim, estudou comigo na faculdade.

Ele nunca deixa eu esquecer porque casei com ele.

*
Escolhas
Estava lendo uma revista na qual tinha uma matéria bem humorada sobre o livro "Tudo o que os homens não entendem: mulheres, relacionamento, amor", do psicólogo Herb Goldberg. Tratava-se de uma análise do livro feita por um casal de jornalistas, autores do livro "Eu e Você, Você e Eu" (Editora Record), Martha Mendonça e Nelito Fernandes. Em determinada parte do livro do Goldberg, ele disserta:

"Um homem ainda é considerado atraente e sexy por uma mulher com base, sobretudo, na profissão dele e em quão bem-sucedido ele é."

Quanta baboseira. Se fosse uma matéria sobre o livro seria um fiasco, mas a ideia de análise deixou a matéria bem bacana e engraçada. Concordo com a análise da Martha. Tanto homens, quanto mulheres se apaixonam por pessoas que lhe causam admiração. E isso implica outros fatores que não estão ligados a dinheiro, status ou qualquer outra coisa do tipo. Tem a ver com ser criativo, inteligente, espirituoso, vivaz, alegre, saber fazer rir. Mulheres gostam de homens que a façam rir. Tudo bem que casar com alguém bem-sucedido é bacana, mas imagina casar com alguém sem graça, sem criatividade, paradona, etc....imaginou? Pois é, tem coisas que o dinheiro não compra, para todas as outras (sabemos) existe Mastercard. Eu estou feliz e satisfeita com o meu Visa.

domingo, 29 de novembro de 2009

sem assunto

Acho tão engraçado ouvir alguém dizendo "Deus lhe pague".
Coitada da pessoa que emprestou. E coitado de Deus... deve estar todo endividado.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Vai uma RUFFES aí???

Olha isso, geeeeeeeente.
Saindo de um mercadinho, registramos isso....só rindo mesmo.


segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Aviso aos navegantes

HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHA

Essa foi minha primeira reação ao ler o post da minha amiga Nina. Caí na gargalhada em frente ao computador do trabalho. Odeio isso, porque todo mundo está te observando sem entender nada. Causa curiosidade, além das pessoas acharem que você não está trabalhando. Mas peraí, todo mundo não faz uma pausa para o café?! Pois é, eu não tomo café, então na minha hora que seria de café, eu fuço o blog alheio.
Cara, achei sensacional e sem noção a tal campanha do governo! Sensacional, porque vamos combinar que seria bom ser avisado caso você tenha sido contaminado por alguma doença transmissível após o sexo. Sem noção, porque todo mundo vai passar a receber essa droga de selo por e-mail. Cê, acha, isso vai virar vírus, vai dar o que falar!!!!
Tá certo, que receber um e-mail desses após uma transa – por sinal algo íntimo demais - não seria a coisa mais agradável que lhe aconteceria. Mas vamos combinar que é melhor receber um e-mail desses do que um e-mail de término de namoro, como o caso da artista (já comentado aqui no blog). Alôôô, você teria a possibilidade de se cuidar, já que não se cuidou na hora, e de cuidar para não transmitir para mais ninguém.
E recebendo um e-mail desses ninguém mais vai esquecer de usar camisinha.
Mas eu achei muito engraçado. É claro que receber um e-mail assim não tem nada de engraçado. Porém, se eu estivesse ao lado de alguém que recebesse, eu cairia na gargalhada. Sou sem noção mesmo. Dou risada quando não devo dar. Falo quando devo calar. Choro quando morre alguém nada a ver comigo....Sou capaz de rir até se fosse comigo, após ter chorado muito, é óbvio! hihihi
Falando super sério: minha amiga Nina ficou passada. Eu fiquei incrédula. Não é possível uma coisa dessas. É tão inacreditável, que é impossível ter uma opinião formada a respeito, que é praticamente incorreto falar sério sobre uma campanha dessas.