domingo, 13 de setembro de 2009

Na balada...

Toda vez que vamos para balada vem um fotógrafo bater uma foto da galera:

- É para o site da balada. Entra lá, vai estar disponível na 2ª feira.

Nunca tem foto nenhuma. Ou é um saco ficar procurando em meio de tantas fotos.

Eis que a balada de R$100 contos de réis, aniversário do Tô, rendeu nossa fotenha no site:



Wal, Eu, Marcão, Tô (o aniversariante), Tati, Jair.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Eu sou noveleira assumida

Acho o fim quando a novela chega ao final. Quando estamos completamente envolvidos com os personagens, com os costumes... pronto! a novela chega ao fim e na próxima semana já é substituída por outra, que no começo nem é tão legal, mas em breve o telespectador se envolve novamente.


Sou tão noveleira a ponto de ficar brava, gritar, falar com o personagem, me emocionar e chorar. Tchic! Sim, é verdade. Porém, não gosto de finais tão felizes. Agrada-me finais mais realistas, possíveis. Por exemplo, passei o dia indignada pensando que Tonia e Tarso se casariam. Peraí, ela ganhou uma bolsa de estudo em Berlim!!!! Como a menina casa com o esquisitoooo?! Que menina na vida real e em sã consciência casaria com um esquisito?! Gente, isso pra mim tá fora de questão. Mais fora de questão e inimaginável foi a minha comoção com a cena. Aliás, foi a cena que mais me emocionou, que fez cair lágrimas. É verdade!!! Fiquei puta até comigo. Por que sinceramente, eu não casaria. Mas cada um sabe ser feliz ao seu modo, segundo a explicação do Dr. Freud Castanho.


Taí. Eu concordo. Por isso, o único final feliz que eu queria muito desde o desenrolar da história, era que a família Ananda perdoasse a Maya. Não é feminismo não! Mas ela construiu um amor com Raj, era uma pessoa de boa índole, não quis em nenhum momento causar infelicidade para ninguém. E esse final serviu como uma bela lição. Tanta gente não perdoa por tão pouco...Mas o fato é que não sabemos a verdade, proferimos palavras ao vento. Ficamos com medo do julgamento alheio, do que os outros vão pensar, quando o fundamental é sermos felizes e não importa de que jeito, o essencial é que seja da nossa maneira.

Só não gostei do reencontro de Maya e Raj. A Maya tá lá toda de branco, sem jóia, sem nada e de repente aparece vestida de vermelho, cheia de jóias, maquiada, detalhe: sem unhas pintadas. Onde ela arrumou aquilo tudo? A mulher da índia quando descobre que não é viúva se torna esposa linda e vaidosa novamente como num toque de mágica?! Isso achei bem forçado.

Arebaba!!!! Vamos combinar, o final da Surya não poderia ter sido melhor. Eu imaginei várias vezes como ela seria desmascarada, mas melhor que isso, foi ela ter tido outra menina. Sensacional.

É uma pena que Caminho das Índias acabou. Parabéns a Glória Perez. Eu poderia ficar aqui falando várias coisas, principalmente dos atores que fizeram personagens maravilhosos...que atores! que personagens! Sem comentários para Elias Gleizer (o Seu Cadore), Marjore Estiano (Tônia), Letícia Sabatella (a peste da Ivone), Karina Ferrari (a pequena Anusha que dava um show dançando), Anderson Muller (Abel), Dira Paes (a fogoso Norminha), Christiane Torloni (a louca da Melissa), etc....Ah! Não posso deixar de citar a Dona Wal, personagem de Rosane Gofman. Adooooro o jargão dela "Jesus, me abana!!!!"

Agora vamos Viver a vida.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Indicação de Blog

Uma belezinha de blog: Tudo o que eu queria.

Pensei, pensei e... eis minha lista de (quase) TUDO O QUE EU QUERIA:

QUERIA ser mais tranquila.
QUERIA sair de carro e não pegar trânsito.
QUERIA curtir mais minha adolescência.
QUERIA sol todas as manhãs.
QUERIA ser flexível.
QUERIA ser fotogênica.
QUERIA expressar melhor tudo o que penso.
QUERIA ser dona de casa uma vez por semana (e não 15 dias).
QUERIA ter a barriga que tinha aos 17 anos.
QUERIA não ter medo de espíritos.
QUERIA não pensar que todo mundo tem maldade.
QUERIA confiar mais no ser humano.
QUERIA ter 100 pares de sapatos.
QUERIA que não existisse guerra, fome e frio.
QUERIA poder acordar todos os dias às 9h00 e entrar no trabalho às 11h00.
QUERIA escutar uma nova e linda melodia todos os dias.
QUERIA não me importar com as agressões verbais que pessoas queridas me fazem.
QUERIA que não percebessem o meu bico quando estou brava.
QUERIA ter uma hidro-massagem.
QUERIA falar inglês fluente.
QUERIA viajar pelo mundo.
QUERIA engravidar, ter bebê e tudo sem passar pelo parto.
QUERIA não ter medo de injeção, agulha e afins.
Eu QUERO muito.
QUERIA QUERER MENOS.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

coisinhas

Como choveu ontem. Quem após ter vivido o dia ensolarado de segunda-feira, acreditou no tempo ao acordar ontem?! Que dia mais de noite foi esse. Ficou claro, e escureceu umas 50 vezes. O dia ficou mais noite do que dia. Teve uma hora que olhei a janela e pensei “nossa, já são 19h00!! Oba, vamos embora”. Imagina, era só 12h00, quase horário de almoço. Basta agradecer: Papai do céu, agradeço todos os dias pela minha carona. Amém!

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Não gosto do tempo como o de ontem. Fico sentida pelas pessoas que perdem tudo, suas coisinhas que são conquistadas com tanto esforço. Fico sentida até pelas vidas que se perdem na devastação. Algumas vezes acho triste a força que a natureza possui.

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Eu não gosto de trovão. Confesso que tenho medo. Eu pensava que era medo de criança. Mas não....eu ainda tenho medo. Lembro-me que a cada trovoada, eu pulava em cima da cama, sofá ou qualquer coisa um pouco mais alta do chão. Se eu tivesse descalça então.... Acho que ainda hoje devo pular. Hoje a cada trovoada ficava pensando na Capitu, sozinha em casa....coitadinha. Se aqui acabou a luz, imagina se lá também não acabou.

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Com a chuva de ontem, trânsito e tals, perdi a novela. Alguém avisou para Maya que o Raj não morreu?! Perdi, mas ganhei um jantar num restaurante japonês gosxtooooso.

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Ganhei um presente em espécie ($$$) do meu maridão. Hummmm, o que eu vou comprar....?!Quero um monte de coisa. Uma dessas coisas é um sapato de cor diferente, tipo verde (Roberto diz: Outro sapato? Você tem comprado 1 por mês. EXAGERAAAAADO!). Ontem até vi uma sandália bonita na Arezzo, colorida e tals, mas ainda não era ela que eu queria. As cores não eram fortes. Também quero uma blusinha bordô. Eu quero na verdade mudar de tom. Tenho muita coisa em tom pastel. É preciso variar.

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Sábado fomos na Benedito Calixto. Que maravilha é aquilo lá. É um lugar que você encontra uma imensa diversidade de preços, estilo e tudo de boa qualidade. Você encontra itens caros e baratos. Comprei um brinco por R$10 reais que no domingo encontrei por R$28 no Q Bazar. Vai vendo...é uma ótima opção para quem quer andar estiloso gastando pouco.

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Segunda-feira, 7 de setembro, feriadão. Fui dedicar 1 hora e meia do meu tempo em uma missão religiosa e saí com uma lição valiosa:


Sabedoria: Soluciona
Amor: facilita
Fé: possibilita

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Eu hoje joguei tanta coisa fora...

...e vi o meu passado, passar por mim. Cartas e fotografias, gente que foi embora. E a vida fica bem melhor assim.

Adoro essa música Tendo a Lua, Paralamas do Sucesso. Certa vez, já há alguns anos, resolvi jogar fora um monte de coisas: trecos, fotos, lembranças, recordações e fiz escutando essa música. Desde então, cada vez que faço uma limpeza, lembro da canção.

Fiz isso no final de semana. LIMPEZA! Fui assinante da revista Bons Fluídos e todo mês de setembro as matérias eram relacionadas com limpeza e organização da casa. Limpeza no sentindo amplo da palavra, não só limpar a casa (tirar pó, varrer, etc. Já pensou fazer isso só no mês de setembro?!), mas limpar e organizar sua casa no todo, por completo. Aquelas limpezas e organizações que todos gostam de fazer em dezembro, o certo é em setembro, no início da primavera - estação que traz novas e boas energias. Bom, isso era o que diziam as matérias.

Comecei pelo meu quarto, ou melhor pelo meu closet (olha que chique!), pois meu guarda roupa fica em quarto separado. Já havia tirado meus sapatos da sapateira havia duas semanas. Limpei e guardei cada um em seu devido lugar, além de separar para doação todos que não usava mais. Fiz isso com bolsas, roupas, roupa de banho, de cama, aff...como guardamos tranqueira!!!! Guardamos muita coisa que não usamos. É preciso se libertar. Tá certo que tem coisas que não queremos nos desfazer, mas é sempre bom perguntar a si mesmo: vou usar isso quando? Daqui 1 ano? Ou na próxima festa? Ou na próxima reunião de trabalho? Se a resposta for: NÃO SEI, NUNCA MAIS VOU USAR OU A CHANCE É MINÍMA DE USAR NOVAMENTE, então, amiga, se liberta. A palavra de ordem é: DOAÇÃO! Até a próxima festa você compra outro vestido, sapato, bolsa e vai ser feliz. Agora deixar lá parado, pegando mofo, só vai canalizar energias em coisas desnecessárias, além de negativas e, para a energia fluir é necessário SE LIBERTAR! Eu era apegadíssima, mas mudei de alguns anos pra cá. É claro que não dá para se desfazer de tudo, mas de 96,5% dá. Eu era super materialista. Agora, por exemplo, estipulei uma meta para mim: para cada 5 peças de roupas novas adquiridas, tiro pelo menos uma ou duas peças do guarda-roupa. Peças que não uso, claro.

Eu acho que mudei um pouco, por que teve um ano (em 2007) que nesses negócios de astrologia, saiu pra mim que seria um ano de desapego. Eu ia precisar aprender a lidar com as perdas. Nossa, isso mexeu tanto comigo, pensei até que fosse algo relacionado com morte. Fiquei o ano todo com isso na cabeça até que entendi que eu precisava aprender lidar com o desapego material. Eu perdi uma pulseira de ouro, presente de 15 anos que ganhei da minha madrinha (pulseira que ela ganhou da mãe quando completou seus 15 anos), nossa, como isso me abalou, chorei tanto e fiquei dias procurando dentro de casa algo que eu havia perdido na rua. Lembro que perdi várias outras coisas nesse ano, até peças de roupas numa viagem que fiz a trabalho (sumiu do meu quarto no hotel!!!). Não me tornei a pessoa mais desapegada do mundo. Ainda hoje tomo muito cuidado para não perder algumas coisas. Não pelo valor material, mas pelo valor sentimental que determinadas coisas têm pra mim. Sentimentalismos a parte, vamos combinar que guardamos muita tranqueira. Essa foi só a primeira etapa da minha organização. Ainda esse mês vou para o escritório, até o final do ano (risos) vou para a cozinha e assim por diante. O único lugar por qual não vou passar, será pela estante de livros. Ah, isso não....

Vamos jogar as coisas velhas, desnecessárias, para as novas entrarem. Vamos movimentar e atrair as energias (positivas!). Vamos nos libertar! Vamos limpar, doar, jogar fora. A vida fica bem melhor assim. E a rotina diária agradece.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

vamos prelecionar

Quando recebi o texto abaixo por e-mail, me propus a fazer uma lição de casa: analisar cada "lição" e refletir sobre o que já aprendi, o que ainda preciso aprender, como me tornar uma pessoa melhor, como errar menos ou melhor, como viver de bem...com os outros, comigo, com a vida. Quase nunca fazemos essa reflexão.

Minha Legenda
Vermelho: acredito; já aprendi (acho); coloco em prática (tento).
Roxo: é difícil, complicado, mas é preciso aprender (vou fazer um esforço).
Preto: sem reflexão.

Por Regina Brett, Ohio.
"Para celebrar o 'envelhecer', uma vez, escrevi 45 lições que a vida me ensinou. É a coluna mais requisitada que já escrevi. Meu taxímetro chegou aos 90 em agosto, então aqui está a coluna mais uma vez:
1. A vida não é justa, mas ainda é boa.
2. Quando estiver em dúvida, apenas dê o próximo pequeno passo.
3. A vida é muito curta para perdermos tempo odiando alguém.
4. Seu trabalho não vai cuidar de você quando você adoecer. Seus amigos e seus pais vão. Mantenha contato.
5. Pague suas faturas de cartão de crédito todo mês.
6. Você não tem que vencer todo argumento. Concorde para discordar.
7. Chore com alguém. É mais curador do que chorar sozinho.
8. Está tudo bem em ficar bravo com Deus. Ele aguenta.
9. Poupe para aposentadoria começando com seu primeiro salário.
10. Quando se trata de chocolate, resistência é em vão.
11. Sele a paz com seu passado para que ele não estrague seu presente.
12. Está tudo bem em seus filhos te verem chorar.
13. Não compare sua vida com a dos outros. Você não tem ideia de como é a jornada deles.
14. Se um relacionamento tem que ser um segredo, você não deveria estar nele.
15. Tudo pode mudar num piscar de olhos; mas não se preocupe, Deus nunca pisca.
16. Respire bem fundo. Isso acalma a mente.
17. Se desfaça de tudo que não é útil, bonito e prazerozo.
18. O que não te mata, realmente te torna mais forte.
19. Nunca é tarde demais para se ter uma infância feliz. Mas a segunda só depende de você e de mais ninguém.
20. Quando se trata de ir atrás do que você ama na vida, não aceite "não" como resposta.
21. Acenda velas, coloque os lençóis bonitos, use a lingerie elegante. Não guarde para uma ocasião especial. Hoje é especial.
22. Se prepare bastante, depois deixe-se levar pela maré.
23. Seja excêntrico agora, não espere ficar velho para usar roxo.
24. O órgão sexual mais importante é o cérebro.
25. Ninguém é responsável pela sua felicidade além de você.
26. Encare cada "suposto desastre" com essas palavras: em cinco anos, isso vai importar? (eu sempre lembro disso após os 5 anos)
27. Sempre escoha a vida.
28. Perdoe tudo de todos.
29. O que outras pessoas pensam de você não é da sua conta.
30. O tempo cura quase tudo. Dê tempo.
31. Independentemente de a situação ser boa ou ruim, ela irá mudar.
32. Não se leve tão à sério. Ninguém mais leva...
33. Acredite em milagres.
34. Deus te ama por causa de quem Deus é, não pelo que vc fez ou deixou de fazer.
35. Não faça auditoria de sua vida. Apareça e faça o melhor dela agora.
36. Envelhecer é melhor do que a alternativa de morrer jovem.
37. Seus filhos só têm uma infância.
38. Tudo o que realmente importa, no final, é que você amou.
39. Vá para a rua todo dia. Milagres estão esperando em todos os lugares.
40. Se todos jogassemos nossos problemas em uma pilha e víssemos os de todo mundo, pegaríamos os nossos de volta.
41. Inveja é perda de tempo. Você já tem tudo o que precisa.
42. O melhor está por vir.
43. Não importa como vc se sinta, levante, se vista e apareça.
44. Produza.
45. A vida não vem embrulhada em um laço, mas ainda é um presente."

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Recordações

Meu primeiro dia de setembro foi de lembranças. Fui à Mooca, fazer um favor para meu pai. Fui num cartório pegar o registro de nascimento dele. Desci na estação Bresser do metrô. Nooooossa, quanto tempo não passava por ali, aproximadamente cinco anos. Subi a escada rolante da estação e me passou um filme na cabeça enquanto andava até a catraca. Durante quatro anos da minha vida fiz aquele caminho. Lembro-me como se fosse hoje do primeiro dia de aula. Lembro de ter comentado com alguém sobre as milhares de vezes que ainda passaria ali e que alguns dias estariam chuvosos, outros calorosos, noites clara (em horário de verão), noites escuras. Lembro que me senti um peixe fora d’água. Eu fazia o caminho do metrô até a Universidade São Judas a pé. Às vezes só, às vezes acompanhada. A volta era sempre acompanhada da Bruneka. Às vezes só eu e ela. Às vezes eu, ela , depois a Jane e às vezes mais alguém. Lembro de um domingo que trabalhamos (eu e Bru) no vestibular da São Judas. Na saída caiu uma pancada de chuva e saímos correndo, de camiseta branca, molhadas e caindo na gargalhada. E no nosso pé dois vestibulandos. Lembro de um episódio que depois nos fez rir muito. A saída da faculdade era sempre às 22h40, levávamos aproximadamente 15 minutos da faculdade até o metrô. A gente queria muito ir embora, era sempre assim, e ao chegar na catraca, após uma de nós ter passado, a Bruna se deu conta de que esquecemos o (qual é mesmo o nome daquele negócio que não é pen-drive, nem CD, que nem se usa mais hoje em dia??? Ah, sim, lembrei) disquete (olha que arcaico!!!) com um trabalho importantíssimo dentro do computador do laboratório que tivemos aula. Nossa....voltamos correndo para faculdade, no caminho encontramos os meninos de Ed. Física: Léo, Marcus, Thiagones e Ed (o Ed era de publicidade). O Ed voltou com nós duas na faculdade, já era tarde e ele disse que não nos deixaria voltar sozinhas. Foi um transtorno só, o laboratório já estava fechado, tivemos que ver quem ficava com a chave, enfim, uma confusão. No fim deu tudo certo. Ao chegar ao metrô os meninos estavam lá nos esperando. Esses meninos sempre foram firmeza. Gostei (e gosto) deles de graça. O Marcus tornou-se meu melhor amigo, passamos noites ao telefone. Adorava o Léo e suas piadinhas infames, mas adoráveis. O Ed e eu nos chamávamos de irmãos. São pessoas que eu levo no coração e vai ser assim por toda vida. Voltei do cartório a pé tendo todas essas lembranças e um pouco mais. Ao pegar o metrô dei de cara com uma propaganda em homenagem aos profissionais de Educação Fisíca, 1º de setembro dia deles. Não me contive. Peguei o celular e liguei para o Marcus. Que saudade! Vimos-nos pela última vez no meu casamento. Aliás, uma surpresa a presença deles. Presença sem dúvida nenhuma agradável e feliz. Conversamos um pouco, o parabenizei pelo seu dia, comentei onde estava e ficamos de combinar uma cerveja. Mas é sempre assim, combinamos, mas acabamos nos encontrando da forma mais casual possível. Mas não importa. Pra mim basta saber que algumas pessoas existem e estão bem. Hoje compreendo a relação do tempo e amizade. Nem sempre estaremos disponíveis. Hoje sei que quase nunca encontraremos as pessoas que são especiais para nós, mas basta uma ligação, um “oi” para saber que o sentimento nutrido é o mesmo. Tenho amigos, considero até mesmo os que não falo ou vejo constantemente, que são amigos para a vida toda e eu sei, é uma questão de sentimento. São pessoas que vou carregar no coração. E esse período da faculdade foi uma grande transformação na minha vida (que vive em constante transformação), daquela época, foi o melhor tempo da minha vida. Não mudaria nada, nenhum dia (e olha que me lembro de mais dias do que qualquer um possa imaginar). Doces recordações. Ponto de encontro: porta de vidro. Primeira aula de telejornalismo: saí chorando ao apresentar um primeiro teste de vídeo (que vergonha). Ninguém entendeu nada, pois eu ansiava aquela disciplina mais que qualquer um. Pechinchas na barraca de bijus na porta da faculdade. Salto quebrar no caminho da faculdade. Comprar sapato novo na loja da faculdade. Trocar bolsa rasgada após uso de dias. Escrevo e vou me lembrando de vários outros acontecimentos... e vou parar por aqui antes que eu comece a lembrar do último dia de aula e do que mais temia: do grupo se distanciar, de não ver mais ninguém. Sou saudosiiiiiista. Acho que vou ao SAA trancar a matrícula. Já volto.

Réplica

Isso merece direito de resposta (clique aí e veja).

1. Não era fim de jogo, Ninaaaa. Era fim do primeiro tempo. Minha casa é de corinthiana, embora o marido seja são-paulino (nem tudo é perfeito). E estava rodeada de são-paulinos exceto o Bruno, namorado da Nina, que é café com leite (não torce pra time nenhum). Então decidi que não assistiria ao jogo, pois se o São Paulo perdesse não queria ser culpada de ter colocado olho gordo. Só que quando me dei conta que era o Muriçoca no time adversário, eu voltei pra sala. E isso foi no final do primeiro tempo.

Parênteses:
Ah, mas eu não nego, chego ser engraçada. (e nada modesta) Faço uns comentários muito nada ver em fora de hora. E é sempre assim. Pior quando tento consertar. Entendo quando dizem a meu respeito: "que figura". (risos)

2. Voltando ao Muriçoca.... vamos combinar, não combina nada aquele uniforme verde com ele. Gente, aquele uniforme do palmeiras não combina com nada, nem com ninguém. Muito menos com Muriçoca. Ele tem cara de São Paulooooo!!!!

3. Muriçoca está com depressão e prova disso é aquele barrigão.