segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

e foi assim que acabou o domingo...

Final de semana chegou e acabou. Como passa rápido!
Sexta-feira: nos matriculamos na academia. Já disse isso.
Sábado: fomos comprar roupas para academia. Fomos não, eu comprei e meu marido me acompanhou juntamente com minha mãe.

Domingo: Dia de futebol. Alguns amigos combinaram de assistir o jogo no estádio. Na boa, eu não gosto disso. Até tenho vontade de ir num jogo do Timão, mas não era ele e sim o Tricolor. Time do meu marido. Incentivei a ida dele. Domingo amanheceu e estava sol, depois foi ficando com a maior cara de chuva. Eu que nem pensava em ir, desisti de qualquer maneira. O maridão foi e eu resolvi ir pra casa da minha mãe. Entrei no metrô e um aperto no peito. Devia ter ido com ele. Que tipo de parceira eu sou?! Sempre fomos parceiros. Fazemos e topamos tudo juntos, afinal nós nos bastamos. Mas eu não fui. E fiquei péssima. Cheguei na minha mãe super chateada. Liguei pra ver se ele já estava no estádio. Sim, ele estava, mas não tinha conseguido comprar ingresso junto com o pessoal. Ele ia ficar sozinho! Eu sabia que devia ter ido. Droga! Fiquei hiper chateada. Não tinha mais o que fazer, nem dava tempo de me encontrar com ele. Eu minha mãe e minha irmã acabamos indo ao Center Norte (nossa, como aquilo vive cheio!). Aproveitei para comprar outras peças para academia que ainda faltavam. Fomos comprar calça e ao experimentar uma.....meooooooo, a droga da calça rasgou!!! Quer dizer, já devia estar rasgada, não é possível!!! Agora imagina eu lá na academia fazendo os benditos exercícios e de repente crcrcrrrrr...geeeeente, ninguém merece. Escolhi outros dois modelos. Como eu fico magérrimaaaaa com roupa de academia! Adoooooro! Mas a barriga....sério, vou de cinta pra academia. Tocou o celular e era meu marido. O jogo acabou. E eu fiquei torcendo para o Tricolor ganhar, meu marido merecia pelo menos isso, já que o campeonato não tinha mais jeito mesmo. E ganhou: 4x0, com direito a gol do Ceni. Fiquei tão feliz quando o celular tocou e eu vi que era o marido. Imagina que ele estava chegando no local no qual estacionou o carro e todos em volta tinham sido roubados!!!! Vidros quebrados, porta amassada e o Ranho lá intacto. Obrigada, Divino! Fiquei mais feliz quando meu marido chegou. O santo (do pau oco) foi até o Center Norte me buscar, fala se não é o homem da vida de qualquer mulher?! Só que esse é meu! Prometi que num próximo jogo do São Paulo (lá pelo meio de 2010) eu vou com ele. Estarei lá firme e forte. E pra terminar o nosso dia, o maridão virou celebridade por um dia, foi fonte em uma matéria para o site do Terra.


sábado, 5 de dezembro de 2009

agora já foi...

...nos matriculamos na academia. Agora eu não volto atrás. E vou provar pra todo mundo (até pra mim) que eu consigo. Meoooo, é um plano de 5 meses!!! Vamos ver, né....

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

saudade

Hoje recebi uma música de presente da Dani.


Ah, entrei no site do amigo e vi, me deu a mesma nostalgia, aliás tem uma música no Diácono Nelsinho Correa, da Canção Nova, sobre a saudade que se encaixa na nossa nostalgia...rs

Só se tem saudade do que é bom,

Se chorei de saudade não foi por fraqueza,
Foi porque amei.
E se eu amei, quem vai me condenar?

Se eu chorei, quem vai me criticar?
Só quem não amou, quem não chorou,

Quem se esqueceu que é um ser humano,
Quem não viveu, quem não sofreu,
Só quem já morreu... e se esqueceu de deitar

Beijo,
Dani

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

É com você Lombardi

SBT em luto: morre aos 69 anos, o locutor Lombardi. Foi essa mensagem que recebi hoje do meu marido através do celular. Como assim??? Podemos considerar que 69 anos não é tão velho. Respondi questionando: Morreu do quê? Eu nem sabia que ele estava doente. Ainda não tinha sido divulgado o motivo da morte. Cheguei na empresa por volta das 17h30 (sim, eu estava trabalhando fora) e pela internet descubro que o locutor estava bem, não passava por nenhum problema de saúde. Segundo sua esposa, ele foi dormir normalmente e pela manhã quando foi acordá-lo o encontrou morto. Ele foi dormir e não acordou mais!!!! Para tudo! Tem morte mais feliz que essa?! Quantas pessoas não querem morrer assim? Eu não pretendo morrer tão cedo, mas desde sempre vivo afirmando: quero morrer dormindo! De morte natural messsssmo. Quero estar bem de tudo, dormir tranquila e não acordar. Com meu avô materno foi assim. E desconfio que esse foi um dos motivos que confortou minha mãe... Sempre fiquei imaginando o que acontece, se sentimos alguma coisa nessa transição. Imagino que deve ser tranquilo e feliz. Em seu leito, meu avô tinha essa aparência. Enfim...e agora quem vai pronunciar “Agora é sua vez, Silvio” ? Era uma das vozes mais famosas da TV. Que o Lombardi esteja bem. Amém.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

as abluções dele

Ela sempre quis saber por que ele demorava tanto no banho. Ele não sabia como descrever seus motivos - por sinal, simplórios e de uma sensibilidade fora do comum. O banho para ele era um ritual que lhe provocava um efeito milagroso. O que para alguns não passava de uma rotina a ser realizada de forma inconsciente, para ele era um ato prazeroso, especial e cuidadoso - não agia mecanicamente. Era o momento dedicado a si próprio. A higienização corporal da qual livrava-se de todas as impurezas do dia-a-dia. E dali saía descansado, renovado, rejuvenescido, empolgado, feliz. Ele gostava tanto do banho porque saía com a sensação de que, apesar de tudo, a vida valia a pena ser vivida. Ela sempre valorizou os motivos pelos quais valia a pena viver, mas nunca parou para pensar na relação do banho com o sentido da vida, a não ser o banho de mar. E ela precisou ler um livro para descobrir os motivos dele. E ela passou a valorizar mais o banho. Ela também prometeu parar de reclamar do tempo que ele gastava no banheiro. Até porque eles tinham dois banheiros em casa.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

bixo do saco cheio

Hoje fui mordida pelo mesmo bichinho que sempre morde minha amiga Nina. Ela vive pronunciando que trabalha para pagar contas, que não vivemos, mas sobrevivemos. Fui mordida por ele. Acho que o nome desse bicho é saco cheio. Saco cheio de trabalhar e sobrar tão pouco dinheiro. Saco cheio de ter que batalhar para conquistar tudo o que queremos. Pior, saco cheio de sempre precisar de dinheiro. Precisamos de dinheiro pra tudo, já percebeu?! Não só sem saúde, mas sem dinheiro também não vivemos. Sim, saúde é mais importante, com ela vamos atrás do dinheiro. Mas precisamos do dinheiro para ir trabalhar, para comer, para comprar, para ir ao cinema, teatro, shopping, para estudar, viajar, para criar filhos, precisamos de dinheiro para viver! Sem dinheiro fazemos o quê?! Meu marido afirma que não gosta de dinheiro. Acho até que é verdade. Mas eu não posso dizer o mesmo. E nem tenho vergonha de assumir que adoooro dinheiro, que queria ser rica, ou melhor, milionária. Não gosto tanto a ponto de brigar com a família (sabe esses casos que morre mãe ou pai e os irmãos começam a brigar pela herança?! aff...). Isso não. Odeio e não concordo com a frase "dinheiro não traz felicidade" (VTNC o maldito que disse uma asneira dessa), já simpatizo com a outra "dinheiro na mão é vendaval" (tive uma época que na minha era furacão). Maldito dinheiro. Acho que temos uma relação de amor e ódio. Pense, para conquistar qualquer bem material, precisamos do bendito. Eu guardo dinheiro, penso: e se eu morrer?! Putz grilo, não usei e vai ficar tudo aí...mas e se eu gastar, não morrer e não conseguir conquistar as coisas que desejo?! Arhrhrhrh que agoniaaaaa! Escolho: fico com a primeir opção: guardo, até porque se qualquer dia eu morrer meu dinheiro vai ajudar alguém da minha família. Cheguei em casa e me deparei com a alegria da Capitu com a nossa chegada. Ai que delícia. Felicidade é isso! Simples momentos de alegrias que não envolve dinheiro. Ops...a Capitu foi bem $$$$...rs Lembrei: ontem mesmo li uma frase pichada em um muro: Sobreviva, mas viva! E eu gosto de viver, acima de qualquer coisa gosto dos desafios (não teria graça sem eles). Acabou o efeito da picada. Boa noite!

domingo, 29 de novembro de 2009

a pedidos

Família Miranda

sem assunto

Acho tão engraçado ouvir alguém dizendo "Deus lhe pague".
Coitada da pessoa que emprestou. E coitado de Deus... deve estar todo endividado.