terça-feira, 30 de junho de 2009

duas lições de Lisbeth Salander*

1. Não agir impulsivamente.
2. Análise das consequências.



*Lisbeth Salender é um dos personagens do livro: Os homens que não amavam as mulheres, do autor Stieg Larsson. Outra hora falo mais a respeito.

domingo, 28 de junho de 2009

GABRIELA CRAVO E CANELA

Em toda família tem um tio inconveniente. E na família do meu marido não é diferente.
Ele tem um tio que toda vez repete a mesma coisa. Pior, isso não é de quatro anos pra cá (o tempo que o conheço) e sim de um ano.
Toda vez que me vê ele diz "Oi, Carol".
Hoje não me contive: - É GA-BRI-E-LA!
Ah, vá pra PQP!!!! Que saco isso.
Nada contra as Carol's e sim com a troca de nome. Odeio isso.
Pô, se é uma vez ou outra ainda vai. Ou melhor, se é com um nome parecido com o seu, ainda passa batido.


E por falar em nome...
Essa semana tive integração na empresa para qual estou trabalhando. Um lance super bacana, o nome já diz tudo, é um "curso" para conhecer melhor a empresa, adaptar-se, etc. Começou que todas as pessoas do grupo precisava se apresentar dizendo o nome, o porquê e o significado dele.

Chegou minha vez: Eu me chamo Gabriela Maria (sim, meu nome é composto e eu adoro o MARIA). Quando nasci não tinha nome definido. Minha tia Rosana ao me visitar na maternidade sugeriu Gabriela. Minha mãe olhou pra mim (segundo ela eu tinha as maças do rosto bem avermelhada e os cabelos (muitos, por sinal) negros) e falou: taí, Gabriela Cravo e Canela. Parece que não era para ter o Maria. Foi meu pai que colocou ao me registrar. Minha mãe não queria, por que dizia que Maria é nome de sofredora. O significado do nome não poderia ser mais bonito:

Gabriela - "Filha de Deus". Origem hebraica. De natureza carinhosa e bondosa. Sabe repartir o amor indistintamente. Sabe que fazer de menos aos outros, não a exalta. Goza de extraordinário humor.

Tio do marido, não se esqueça: É GA-BRI-E-LA!

sábado, 27 de junho de 2009

DIPLOMA de JORNALISMO

Essa história me incomoda um pouco. Não porque agora profissionais sem diploma de jornalimo serão meus rivais na profissão, mas porque se isso tivesse sido resolvido há alguns anos, eu poderia ter feito faculdade de Artes Cênicas, minha primeira opção antes do jornalismo. Agora eu tenho que trabalhar muito, pra ganhar dinheiro e correr atrás do meu curso de teatro na escola do Wolf Maia. E no passado investi num curso que agora não precisa ter diploma. Pelo amor, viu....a vida é engraçada.

Mas gostei da Carta aos jornalistas sem-diploma, de Rodrigo Manzano, diretor editorial da revista IMPRENSA - editora para qual a pouco tempo trabalhava orgulhosamente.

Jornalistas sem diploma: Sejam bem-vindos ao mundo da prostituição.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

O Mito - Michael Jackson

Lembro-me quando em 93 Michael Jackson veio ao Brasil. Eu estava com 12-13 anos e queria intensamente ir ao show dele. Mas a pouca idade e minha mãe não me permitiram. Minha mãe nem cogitava a ideia de me acompanhar num show com aquela dimensão.

O primeiro CD (até então discos eram mais comuns) que ganhei da minha mãe era do artista Michael. E tenho até hoje.

A vida é mesmo muito misteriosa. Fazemos planos, mas não temos certeza que rumo a vida irá tomar. Duvido que Michael Jackson quando criança, no início de sua carreira, imaginou que sua vida seria marcada por rumores, escândalos, fragilidade psicológica, sucesso e fama imensuráveis. Uma vida de Glória e tragédia.

Foi assim muito de repente, do nada. Eu nunca imaginei a morte de Michael Jackson. E mais uma vez aquela frase vem à cabeça "para morrer basta estar vivo". Acho que nunca passou pela cabeça de ninguém, principalmente na dele. Acho até que ele acreditava ser imortal.

É estranho pensar em sua morte como um acontecimento real. Afinal, ele era o Michael Jackson. O rei do Pop. O músico, bailarino, artista, polêmico. O negro e o branco. O mito vivo que agora sai da vida para se tornar uma lenda.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Genteeeeee...

O quê que é aquele Paulinho Vilhena apresentando aquele programa da Globooooo???
É jogo duro!!!!
Messssmo.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

O que fazer: ligar ou não ligar?

Não gosto de ver ou saber que alguma amiga minha está trite. Eu quero logo saber o que está rolando. Ligo na intenção de amenizar as coisas, de distraí-la.
Às vezes a pessoa não quer papo. Promete ligar no dia seguinte para conversar melhor, dar notícias.
Quando ela não liga você sente o quê? Preocupação.
Você liga ou não liga?
Eu resolvi esperar, afinal não quero ser chamada de INCONVENIENTE....
Algumas palavrinhas magoam, mesmo quando você sabe que não foi essa a intenção.

domingo, 21 de junho de 2009

Palavra, palavão

Eu não falo palavrão. É sério. E acho que é por isso que eu escrevo alguns, principalmente "PORRA". Mas eu gostaria de soltar alguns.
Se sai algum sem querer (quase nunca), moooorro de vergonha.
Tá, PORRA e FODEUUU eu falo algumas vezes, mesmo assim é sempre em tom de brincadeira, piada, código, enfim, num contexto.
Tenho uma amiga que fala um monte. Acho sensacional. Com ela aprendi o "(alguma coisa) de cu é rola". Que falo muito raramente também de brincadeira.
Sempre é na base da brincadeira! Nunca é numa conversa ou quando estou puta da vida com alguma coisa. E sempre foi assim.
Às vezes acho que sou muito certinha, vivo nos padrões impostos pela sociedade. Nesse caso significa, mulher não pode falar palavão. É feio. Não cai bem.
Que bizarro isso.
Eu queria fugir desses padrões.

sábado, 20 de junho de 2009

Cadê o melhor do mundo?

Agora foooodeuuuu. O que vai ser do São Paulo sem o Muricy?
Quem vai ficar no lugar dele?
O "melhor" time do mundo tá desintegrando, tá virando timeco.

E dali TIMÃO!!!! Ano que vem "é nóis" na Libertadores.

São-paulinos: Nada pessoal, hein. Saudações corinthianas.