Lembra do livro Divã, da Martha Medeiros, que virou filme e depois peça de teatro (não necessariamente nessa ordem)? Pois então, agora ele virou série da TV Globo e entra no ar em abril. Divã é a história de Mercedes, interpretada pela atriz Lília Cabral, que descobre quanta coisa ela pode mudar em sua vida e passa a viver mais plenamente se permitindo errar e acertar. A série será uma continuação do filme. Após o término do casamento e a perda de sua melhor amiga, Mercedes recebe alta da terapia. E ela coloca em prática sua maior paixão que é as Artes Plásticas. Consequentemente, as mudanças trazem novas questões e ela volta ao divã para buscar novas respostas às novas perguntas.
Pra mim o filme traz muitas reflexões. Eu particularmente adoro. Já assisti diversas vezes. E uma das cenas com texto mais lindo é quando Mercedes acompanha a amiga Mônica ao hospital para pegar os ressultados de alguns exames. Mônica esconde o resultado, mas está com uma grave doença. E nesse momento elas trocam algumas palavras, quando a Mônica diz algo paredcido com isso "Mercedes, eu sempre fui antiga, mesmo nova eu já era antiga" se referindo que ela sempre quis a vida dela do jeito que é, sempre se imaginou casada, com filho, cuidando da família... acho essa uma das mensagens mais linda do filme.
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quinta-feira, 17 de março de 2011
domingo, 20 de junho de 2010
O outro lado
Ontem fui assistir pela 2ª vez o Sex and The City 2. Dessa vez com a companhia de Bruna e Nina. Depois do filme almoçamos juntas e jogamos conversa fora. Quanto tempo não fazia isso com elas! Entre o filme e o bate papo um pensamento ficou latejando minha cabeça. Carrie, personagem principal, casada há dois anos com o Big, afirma estar na crise dos dois anos de casada. Reclama que o marido não quer sair, que ele só quer ficar no sofá de casa vendo tevê e ao invés de sair para jantarem fora, ele prefere pedir comida para comer em casa. Meu sonho! Prova de que mulher nunca está satisfeita com nada. O apartamento deles não existe de tão lindo, tão impecável e tão perfeito. Em nenhum momento se vê uma empregada nele. Ela implica com essas coisas enquanto na vida real implicamos com a falta de ajuda e colaboração em casa. “Não estou pensando nisso agora, estou com outras prioridades e depois casa, tem que cuidar da casa...” escuto de uma das minhas amigas e retruco “mas também não é assim: casou e você não faz mais nada além de cuidar da casa”. Será que não, Gabriela? Fiquei a me questionar.
Charlote e Miranda, outras duas amigas de Carrie, vivem a maternidade. Charlote, mãe de duas meninas que dão imenso trabalho, está quase enlouquecendo e não quer deixar transparecer a realidade para as amigas. A realidade é revelada num momento em que estão Charlote e Miranda tomando umas. Resumidamente: ela ama suas filhas, mas estar longe delas está sendo ótimo. É crime assumir isso? Uma grande amiga minha já tinha me confidenciado esse “segredo”. Acho que não é todo mundo que entende. Só as mães e pessoas mais esclarecidas.
Acho que casamento pode ser comparado como ter um bebê. É maravilhoso, mas às vezes... E acho que só as mulheres casadas vão entender isso, porque essa revelação precisa ser bem compreendida.
O marido foi me pegar no metrô. Entrei no carro perguntando cheia de expectativas: “e aí como foi sua tarde, fez o quê, etc”. Nenhuma novidade que esperava estava na lista dos afazeres dele. Esperamos algo porque quando eles vão jogar bola, ficamos em casa e fazemos o que tem que ser feito. E para nós mulheres não precisa ser dito o que é preciso fazer. Enquanto para eles é preciso ficar falando “limpa aquilo ali, tira aquilo dali, guarda isso, faz assim, blá blá blá”. É um saco! Ou eles não enxergam ou tem um sensor que os impedem de ver o pó na televisão em que jogam vido-game, a sujeira da pia que eles acabaram de lavar a louça, que o banheiro precisa de um escovão, do chão sujo, da roupa de cama que precisa ser trocada, etc, etc, etc. Pior, meu marido tem até força de vontade, mas eu odeio ficar falando o que tem que fazer quando isso tá na cara. E depois nós mulheres somos....CHATAS! E eu ainda coleciono o adjetivo de BRAVA!
É isso aí. Nem tudo é perfeito.
Charlote e Miranda, outras duas amigas de Carrie, vivem a maternidade. Charlote, mãe de duas meninas que dão imenso trabalho, está quase enlouquecendo e não quer deixar transparecer a realidade para as amigas. A realidade é revelada num momento em que estão Charlote e Miranda tomando umas. Resumidamente: ela ama suas filhas, mas estar longe delas está sendo ótimo. É crime assumir isso? Uma grande amiga minha já tinha me confidenciado esse “segredo”. Acho que não é todo mundo que entende. Só as mães e pessoas mais esclarecidas.
Acho que casamento pode ser comparado como ter um bebê. É maravilhoso, mas às vezes... E acho que só as mulheres casadas vão entender isso, porque essa revelação precisa ser bem compreendida.
O marido foi me pegar no metrô. Entrei no carro perguntando cheia de expectativas: “e aí como foi sua tarde, fez o quê, etc”. Nenhuma novidade que esperava estava na lista dos afazeres dele. Esperamos algo porque quando eles vão jogar bola, ficamos em casa e fazemos o que tem que ser feito. E para nós mulheres não precisa ser dito o que é preciso fazer. Enquanto para eles é preciso ficar falando “limpa aquilo ali, tira aquilo dali, guarda isso, faz assim, blá blá blá”. É um saco! Ou eles não enxergam ou tem um sensor que os impedem de ver o pó na televisão em que jogam vido-game, a sujeira da pia que eles acabaram de lavar a louça, que o banheiro precisa de um escovão, do chão sujo, da roupa de cama que precisa ser trocada, etc, etc, etc. Pior, meu marido tem até força de vontade, mas eu odeio ficar falando o que tem que fazer quando isso tá na cara. E depois nós mulheres somos....CHATAS! E eu ainda coleciono o adjetivo de BRAVA!
É isso aí. Nem tudo é perfeito.
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Decoração
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Tudo pode dar certo
Mais um filme maravilhoso de Woody Allen: Tudo pode dar certo. Uma “comédia dramática”. Texto cheio de drama e graça que te faz refletir sobre a vida. O personagem principal, Boris, será meu primo Roque de 19 anos daqui uns 40: alguém rabugento que se acha a única pessoa do mundo com competência para entender a “insignificância das aspirações humanas e o caos do universo”. Sensacional! Trata-se de um filme charmoso, cheio de graça, espirituoso, perspicaz.
Senti-me tão feliz ao terminar de ver o filme. Uma esperança no coração. Uma alegria genuína. Uma certeza repentina de que realmente tudo pode dar certo.
Eu estava louca para assistir, cheia de ansiedade, expectativas e enfim, assisti um filme que superou todo e qualquer anseio meu. Fazia tempo que isso não acontecia. Valeu a pena pagar R$20,00 cada ingresso, lá no Reserva Cultural. Aliás, esse vício de ir apenas no Cinemark nos faz esquecer que existem salas melhores de cinema. Lá no Reserva Cultural as salas são menores, confortáveis e bem mais silenciosas. Consequentemente, bem mais agradável. Fica a dica!
Senti-me tão feliz ao terminar de ver o filme. Uma esperança no coração. Uma alegria genuína. Uma certeza repentina de que realmente tudo pode dar certo.
Eu estava louca para assistir, cheia de ansiedade, expectativas e enfim, assisti um filme que superou todo e qualquer anseio meu. Fazia tempo que isso não acontecia. Valeu a pena pagar R$20,00 cada ingresso, lá no Reserva Cultural. Aliás, esse vício de ir apenas no Cinemark nos faz esquecer que existem salas melhores de cinema. Lá no Reserva Cultural as salas são menores, confortáveis e bem mais silenciosas. Consequentemente, bem mais agradável. Fica a dica!
terça-feira, 4 de maio de 2010
Educar - Sonho possível
Enfim, assisti Um sonho Possível, filme que levou Sandra Bullock receber Oscar de melhor atriz. O filme é simplesmente maravilhoso e emocionante. Trata-se de uma história real. Acho que todo mundo já sabe a história, então vou direto ao ponto.
Além do fato de uma mulher de classe alta, com personalidade forte, adotar um rapaz aos 17 anos, sem pensar no julgamento que os outros fariam, outro ponto me chamou muita atenção: a forma como o filho caçula acolheu o irmão adotivo. Essa foi sem dúvida uma das peças fundamentais, somado também à falta de preconceito, infinita bondade e solidariedade.
Fiquei pensando naquela mulher protagonizada por Sandra Bullock e em sua família. Ela possui vigor, fibra, força e atitude. Elementos, acredito, que a ajudaram educar seus filhos. Essa família sem dúvida é uma espécie em extinção nos dias atuais. Com certeza cometem erros, têm suas dúvidas (assim como é mostrado em uma determinada cena do filme), mas são pessoas em sua essência totalmente boas, que se esforçam para fazer o melhor.
Fui invadida por vários pensamentos, um deles ficou latente em minha cabeça: educação. De repente senti o desejo de querer educar meus filhos (que ainda nem os tenho) sem preconceitos. Mas como educar dessa forma? Existe uma fórmula? Como ser um bom educador se passamos vários momentos sendo preconceituosos? Como educar se passamos a maior parte do tempo trabalhando e com os filhos dentro da escola? E a escola, que eu saiba, não ensina os valores de vida necessários para nos tornarmos pessoas dignas. E é na escola onde começam os primeiros sinais de preconceitos quando um amiguinho usa óculos, aparelho, manca, etc. e o outro tira um sarro, que vira um grupo e um belo dia você percebe que seu filho faz parte daquele grupinho e questiona o motivo quando ele responde que é porque fulano usa óculos, ou pior, porque fulano tem algum tipo de deficiência, porque ele é diferente. E aí entramos em casos de Bullying que fica para outro dia. Como explicar aos nossos filhos que as diferenças existem, mas na essência somos todos iguais? Por acaso, existe um manual de instruções para educar os filhos?
Além do fato de uma mulher de classe alta, com personalidade forte, adotar um rapaz aos 17 anos, sem pensar no julgamento que os outros fariam, outro ponto me chamou muita atenção: a forma como o filho caçula acolheu o irmão adotivo. Essa foi sem dúvida uma das peças fundamentais, somado também à falta de preconceito, infinita bondade e solidariedade.
Fiquei pensando naquela mulher protagonizada por Sandra Bullock e em sua família. Ela possui vigor, fibra, força e atitude. Elementos, acredito, que a ajudaram educar seus filhos. Essa família sem dúvida é uma espécie em extinção nos dias atuais. Com certeza cometem erros, têm suas dúvidas (assim como é mostrado em uma determinada cena do filme), mas são pessoas em sua essência totalmente boas, que se esforçam para fazer o melhor.
Fui invadida por vários pensamentos, um deles ficou latente em minha cabeça: educação. De repente senti o desejo de querer educar meus filhos (que ainda nem os tenho) sem preconceitos. Mas como educar dessa forma? Existe uma fórmula? Como ser um bom educador se passamos vários momentos sendo preconceituosos? Como educar se passamos a maior parte do tempo trabalhando e com os filhos dentro da escola? E a escola, que eu saiba, não ensina os valores de vida necessários para nos tornarmos pessoas dignas. E é na escola onde começam os primeiros sinais de preconceitos quando um amiguinho usa óculos, aparelho, manca, etc. e o outro tira um sarro, que vira um grupo e um belo dia você percebe que seu filho faz parte daquele grupinho e questiona o motivo quando ele responde que é porque fulano usa óculos, ou pior, porque fulano tem algum tipo de deficiência, porque ele é diferente. E aí entramos em casos de Bullying que fica para outro dia. Como explicar aos nossos filhos que as diferenças existem, mas na essência somos todos iguais? Por acaso, existe um manual de instruções para educar os filhos?
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Charada do Chapeleiro
- Por que um corvo se parece com uma escrivaninha?
- Você é completamente pirado. Mas vou te contar um segredo: as melhores pessoas são.
Nota da blogueira: acho que o filme podia ter mais efeitos especiais. Isso é o que dá criar muita expectativa. Em suma, achei graça. Gostei.
- Você é completamente pirado. Mas vou te contar um segredo: as melhores pessoas são.
Nota da blogueira: acho que o filme podia ter mais efeitos especiais. Isso é o que dá criar muita expectativa. Em suma, achei graça. Gostei.
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