sexta-feira, 25 de setembro de 2009

18 anos...

Minha irmã caçula, completará 18 anos no próximo dia 27. 18 anos!!!Ainda lembro quando aos 10 anos de idade recebi a notícia através do meu pai. Eu teria outro irmão (a). Na época, embora não entendesse muito, achava aquilo absurdo, mais um irmão (a)! Eu sentia tudo muito confuso e contraditório, pois achava absurdo ter outro irmão e ao mesmo tempo não dava a mínima já que não teria que conviver e dividir nada com ele. Nas férias, eu dividia apenas a atenção do meu pai. Nossa, como a Suli era implicante. Não me deixava chegar perto dele. E eu a achava uma chata, mimada. Uma menina que não gostava de calor, chorava reclamando do sol, não gostava de praia, enchia o saco do gato, aff...

Com o tempo (já há muuuuito tempo mesmo) me afeiçoei àquela menina. Hoje posso dizer que
ela é um pouco do ar que respiro. É um dos tesouros da minha vida. Alegre, autêntica, inteligente, sincera, charmosa, linda, única e a menina mais popular que conheço. O Januário e a torcida inteira do Vasco a conhecem.
Ainda custo acreditar que a menina que ainda me refiro como “criança” está completando 18 anos. Na idade eu sei que é impossível, mas no tamanho (de todos os lados, rs) ela já me ultrapassou.

Quero dedicar esse post para ela.

Suli, meu amor, nessa data e em todas as outras, você sabe que te desejo o melhor de tudo. Você é uma das pessoas mais importantes na minha vida, que me completa e me faz feliz. E nossa relação é a mais especial, considerada até incomum, afinal quantos irmãos conhecemos que nunca moraram juntos, possuem a mesma relação que temos?! Podemos afirmar que somos irmãs mesmo, por inteiro, mesmo sendo pela metade (o que nunca considerei). O mais engraçado é como somos parecida! Nunca vivemos juntas, mas temos várias características em comum, tanto de personalidade, como gostos em geral. Amoooo me dar bem com você! Amoooo a relação que construímos! Amooo você!

Não preciso falar para você aproveitar cada minuto da sua vida, pois você já faz isso muito bem. E isso é outro ponto admirável que você possui. Faz o que tem vontade, não te medo de viver e ser feliz. Uma prova aperfeiçoada de mim. (hahahahaha)

Cada momento com você é inesquecível, incrível, demais. Adoooro! Com você e com o Roque volto aos 21 anos, pois aos 18 volta a ter o Piffer. Alguém tem que manter um pouco de maturidade, sanidade e colocar ordem! rsrsrs

Feliz Aniversário! Aproveite, a vida só tá começando.

Amo-te incondicionalmente sempre, por tudo e por qualquer coisa. Pra você todo amor do mundo.

ps 1 (não pense que vai se livrar do termo, vou continuar me referindo a você o ao Roque como “crianças” e você sempre será a minha Suli, hahaha)

ps 2 (estamos chegando...hahahahaha)

domingo, 20 de setembro de 2009

Vulnerabilidade

Estou doente. A doença chama-se VULNERABILIDADE. É um estado fraco em determinado assunto ou questão. No meu caso o diagnóstico acusou fraqueza em questões financeiras/consumo excessivo. Pessoas com esse tipo de doença custam a admitir e quando admitem caem em depressão - após claro ter gasto ($$$) muito. Geralmente, elas se dão conta quando tomam um choque. E eu tomei esse choque hoje, ao entrar na Arezzo, me apaixonar por dois pares de sapatos e no Caixa ver a moça escrevendo na nota fiscal e pronunciando para mim: - R$380 (trazentos e oitenta reais).

Caaaara, como assim, a pessoa entra numa loja e paga quase R$400 reais em sapatos???!!!! Eu estou doente!!!

Não obstante, ainda passeamos no shopping a procura de uma bolsa parecida com uma que vi ontem. Bom, essa é outra história, preciso contar do início. Era uma vez...

...um lugar chamado Stand Center. Nunca tinha ido lá e ontem fui conhecer. Deparei-me com a réplica de uma bolsa Victor Hugo. Nem tinha visto ainda a marca quando achei a bolsa linda. Valor: R$160 reais. Entrei duas vezes na loja para ver a bendita bolsa. Não comprei. Relutei para não comprá-la. Não é preconceito, mas vai contra os meus princípios comprar produtos falsificados, principalmente bolsas. Explico: acho lamentável entrar no metrô, por exemplo, e ver aquelas moças loiras ou morenas de cabelos comprindos, botando mó banca com seus brincos grandes dourados, relógio grande de cor branca com brilhantinhos, calça jeans super justa, uma sandália pink e para completar o figurino uma bolsa Prada, Victor Hugo ou sei lá de quem...completamente falsificada. E de metrô. Provavelmente indo até a José Paulino comprar mais algum acessório para completar seu look. Nada contra, eu também já fui na José Paulino! Mas é muito feio ficar pagando de gatinha de luxo com acessórios completamente falsos. Pior que algumas compram umas coisas muito mal falsificadas. O fato é que essa bolsa que eu vi era perfeita, linda. E não era pela marca, mas pela beleza dela (marca eu só ligo de sapato). Era realmente uma bolsa bonita. Porém, meus critérios de ética não me deixaram cair em tentação. Sei que fui embora chateada, triste mesmo por não ter adquirido a tal bolsa. Mas meus valores morais falaram mais alto.

Então hoje fomos ao shopping. Precisava gastar, preencher o vazio que a bolsa deixou em mim. Peguei o presente em espécie que havia ganhado do maridão no início do mês. Entrei na Arezzo, levei o choque, mas saí feliz da vida. Depois me deparei com a Monica Sanches, uma loja de bolsas maravilhosas. Nunca tinha entrado, pois imaginava um preço elevadíssimo. Que nada. Até que é suave. Não é que encontrei uma bolsa super parecida com a de ontem? E detalhe: não era falsa. Mais um detalhe importante: o preço era um pouco menor. Comprei. Saí do shopping feliz e satisfeita.

Agora chego em casa tomada por um sentimento de culpa. Percebo que já tem algum tempo ando gastando demais. Completamente compulsiva. Meu marido me disse "pensei que você tivesse se tornado uma pessoa mais controlada financeiramente". Pois eu sou tá! E vou provar! É hora de parar. Afinal eu tenho uma meta. Preciso atingí-la, mas desse jeito a única coisa que vou atingir vai ser meu limite especial. Por isso traço aqui um compromisso comigo e com minha conta bancária: não gasto mais um tostão até dezembro.

*

ps: vale registrar que fui na loja Victor Hugo só para matar a curiosidade sobre o valor de uma bolsa. Uma muito parecida com a falsa que vi, custava R$1.448 (mil e quatrocentos e quarenta e oito reais), em 10x de R$148 reais. Tinha outros modelos com preços bem mais elevados.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Desfaço 76 anos...

De: Dani
Enviada em: quarta-feira, 16 de setembro de 2009 18:46
Para: Gabriela
Assunto: Na linha da reflexão

Na linha da reflexão Oi Gabis,Não sei que acontenceu com o dia de hoje, mas tudo que acontece faz tanto sentido e nos faz tão saudosistas da vida que vivemos hoje mesmo... comentei com o Rô e ele entrou no blog e leu o texto da Regina Brett e adorou, aí me mandou este que segue abaixo. Quero compartilha-lo com você também, é muito bonito e verdadeiro e vale para a reflexão.

Beijo, Dani


Desfaço 76 anos...

O PRIMEIRO filósofo que li ainda adolescente, um dinamarquês chamado Kierkegaard, escreveu que "a pessoa que fala sobre a vida humana, que muda com o decorrer dos anos, deve ter o cuidado de declarar a sua própria idade aos seus leitores". E isso porque não temos pela manhã as mesmas ideias que temos no fim do dia. Uma ideia dita de manhã abre um cenário. A mesma ideia dita no crepúsculo abre outro cenário diferente. Monet sabia disso. Sabia que um monte de feno que as vacas identificavam como o mesmo através das horas do dia, sob as diferentes oscilações da luz, se tornavam outros. Assim, ele não pintava o mesmo monte de feno várias vezes: ele pintava os vários montes de feno que se revelavam sob as oscilações da luz. Apresso-me, portanto, a revelar a minha idade, para que os meus leitores vejam o que estou vendo. Hoje, dia 15 de setembro de 2009, estou desfazendo 76 anos. Minha idade pinta uma paisagem crepuscular. O revisor se apressará a corrigir o meu erro. Eu devo ter me distraído, coisa compreensível na minha idade... Não há nem na literatura nem na linguagem comum exemplo desse uso estranho da palavra "desfazer" para se referir ao que acontece num aniversário. O certo é "fazer". Ato contínuo ele deletaria o "des" e o texto ficaria liso, sem causar tropeções no leitor: hoje, dia 15 de setembro, o Rubem Alves está "fazendo" 76 anos. Assim tem sido minha relação com revisores: desentendemo-nos sobre a vida e sobre as palavras... Aí me veio à memória uma observação de Rolland Barthes que não consigo repetir por não ter encontrado o livro: ele disse (perdoem-me se me engano!) gostar dos textos que fazem tropeçar e não dos textos próprios para deslizar. O deslizamento deixa os pensamentos do jeito como estavam, enquanto que o tropeção e o tombo são ocasiões para o susto e a súbita iluminação. É um equívoco contabilizar o número dos anos vividos na coluna da adição. Adição é a coluna do "mais". Diz que algo aumentou. Mas o que aumentou? A vida? Na contabilidade dos anos de vida, tudo que parece "mais" é, na realidade, um "menos". O número contabiliza os anos que foram desfeitos. Chronos é o deus cruel que devora os seus filhos... O correto seria perguntar ao aniversariante: "Quantos anos você não tem? E ele responderia "Eu não tenho 42". "Quantos anos você está desfazendo hoje? Estou desfazendo 54..." Lá estão as velinhas sobre o bolo, coroadas pelo fogo, maravilhoso símbolo da vida. Aí todos começam a bater palmas, a sorrir e a cantar: o aniversariante irá apagar as chamas com um sopro. No seu lugar ficarão os pavios negros, retorcidos, soltando fumaça, trevosos. Apagadas as velas, todos batem palmas e riem. Confesso que não entendo... Bachelard o disse com delicadeza insuperável: "A vela que se apaga é um sol que morre. O pavio se curva e escurece. A chama tomou, na escuridão que a encerra, seu ópio. E a chama morre bem; ela morre adormecendo"... Quero que minha chama se apague adormecendo. Não quero que um sopro forte apague o meu fogo. Espero que minha vela vá se desfazendo vagarosamente... No meu aniversário não haverá velinhas a serem apagadas com um sopro bruto. Vou mesmo é acender uma vela bem grande que deverá ser acesa e ficar acesa até que o último amigo se despeça. Então eu e minha vela, sozinhos como dois amantes, nos despediremos... Até o ano que vem, se os ventos não forem fortes...


Ao ler esse texto de Ruben Alves, tomei uma decisão:
A partir do ano que vem não apago mais minhas velinhas. E a partir de hoje desfaço 28 anos.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Reflexões

Hoje voltei do almoço e me deparei com um e-mail surpresa. Um desses que nos faz dar conta dos presentes maravilhosos que a vida nos entrega. Fui autorizada a publicar.

Como eu prezo essa amizade. E agradeço por tê-la. E o que depender de mim será eterna.

De: Daniela
Enviada em: quarta-feira, 16 de setembro de 2009 15:12
Para: Gabriela
Assunto: Reflexões

Gabi,

Li numa tacada só o seu blog, estava desatualizada até o post "vamos prelecionar", estava terminando a leitura chegou o Rodrigo, que já tinha feito esse comentário outra vez, como vc tá escrevendo bem...! Gostei muito de tudo que li, tinha muitos comentários a fazer, mas não consigo parar para comentar, então resolvi te escrever para dizer que hoje senti uma saudade especial de você (uma parada estratégica: me deu uma vontade chorar agora que consegui saber o que senti, e escrevi, parece que acabei de tomar conhecimento... outra pausa, os olhos estão marejados...). Olha estou com saudade da sua energia, que alegria de viver vc tem, mesmo quando está triste, estou com muita saudade de você... não por nada, mas por tudo, que li e lembrei que nem um turbilhão (outra pausa, agora vou fazer que nem você, vou no banheuiro para chorar e não ficar envergonhada...rs).

Voltei...rs, enquanto me recompunha, olhando no espelho, percebi outras lembranças e sentimentos, primeiro me vi (como eu envelheci, nossa!), e lembrei de uma conversa na cozinha da Imprensa lá da Ipiranga, onde estávamos acho que eu você e a Joana, e ela dizia algo do tipo que não me via fora da empresa e isso me revoltou. Pensei agora, então, você também já foi (e tá muito mehor) e eu tô na mesma (parece), senti inveja de você (credo!), só um pouquinho... e a inveja não é especificamente do trabalho, mas da coragem, da mudança... dos novos ares...queria me libertar da vida que eu mesmo fiz pra mim, mas isso é só uns 15 segundos por dia, aí, li o seu blog e consegui isso...rs. Nossa, como vc tá escrevendo bem!

Beijos,

Dani

De: Gabriela
Enviada em: quarta-feira, 16 de setembro de 2009 16:34
Para: Dani
Assunto: RES: Reflexões

Dona Daniela, eu até o momento não chorei no trabalho novo e pretendo não chorar! Por favor, né?! rsrsrs
Nossa, que surpresa. Que presente! Fiquei sem palavras e para variar com os olhos lacrimejados....
Sinceramente não sei o que dizer....
Estou procurando palavras. Fui pega de surpresa.

Dani, o carinho é recíproco. Também sinto muito falta sua. Saudades imensas. Você não tem noção!
Você era a amizade mais porto-seguro que eu tinha. Quero dizer que era a pessoa mais próxima de mim, com quem sempre tive a certeza absoluta que podia contar a qualquer momento e diariamente. Algumas vezes fui afetada por problemas que não me dava vontade de levanta e ir trabalhar, mas sempre pensei “eu vou por que trabalhar vai me fazer esquecer, além disso tem a Dani com quem posso conversar/desabafar”. Era certo isso. Eu sempre podia contar com você. E você sempre estava lá, mesmo na correria louca da revista, no momento de “não posso falar agora”, e mesmo assim você falava comigo. E me esclarecia as coisas de forma tão simples. Você sempre tinha as palavras certas. Você sempre me fez enxergar coisas que eu já podia até saber, mas que naquele momento me pareciam obscuras. A sensação era muito boa depois de uma conversa com você. Eu levava aquelas palavras na cabeça, não precisava nem refletir muito, só dormir e ao acordar tudo estava mais leve, claro, calmo.

E isso tudo não se reflete só ao campo pessoal, estende-se também para o lado profissional. Quanta coisa aprendi com você!!! Ética, respeito, postura, o trabalho. Com você adquiri conhecimento, experiências profissionais e pessoais, de vida mesmo. Você tem grande responsabilidade sobre a profissional que me tornei. A você agradeço a confiança depositada, a insistência, os conselhos, enfim a persistência (e você sabe bem do que me refiro) e principalmente por acreditar em mim.

Quanto você estar na revista e outras pessoas terem saído, pense que a vida é feita de ciclos. E ciclo você sabe, é a sequência de fenômenos que se renovam constantemente. Você pode não ter mudado de lugar, mas imagina quanto você já não se movimentou nesse mesmo lugar, quanta coisa mudou! Você também aprendeu coisas novas, adquiriu experiências e vamos combinar que na revista, acabamos nos renovando a cada acontecimento novo. Isso aí é uma caixinha de surpresas (e problemas, rsrsrs). Mas é isso que nos faz crescer e amadurecer. Acredite, quando for hora de mudar, você vai sentir essa necessidade. E esse sentimento não vem assim num rompante, num momento de raiva, tristeza, incerteza ou 15 segundos por dia (rsrsrs). Você vai saber quando chegar o momento de mudar. Nesse momento, você ainda faz a diferença na revista.

Lembro dessa conversa na cozinha da Ipiranga. E hoje tenho certeza que aquilo era inveja pura. E pensando nisso, me vem outras coisas na cabeça...por exemplo: olha que relacionamento bacana e saudável nós construímos. Quantas vezes nós discutimos? Inúmeras. Quantas vezes descordamos? Inúmeras. Mas acho que esse foi outro ponto que nos fez aprender, admirar e respeitar uma a outra. Tanto que chegou um ponto que isso causou inveja em outrem. Nós soubemos medir, não misturar as coisas e construímos essa amizade especial, que prezo muito.

(momento de um sorriso:) Você envelheceu, eu envelheci, o Rodrigo (vai sobrar pra ele, já que você tocou no nome dele. Principalmente com esse cabelo dele. Ele já cortou?! Pega no pé dele, Dani” rsrsrs). Não diria nem que envelhecemos, mas que amaduremos e estamos mais lindos, vividos e experientes. rsrsrsrs


E já que estão achando que estou escrevendo bem, quando pintar uma vaguinha (pode ser até freela) na redação da revista, vocês podem pensar em mim. Rsrsrsrs

Um super e afetuoso abraço.

Da eterna amiga Gabi.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Relacionamento é o caraio!!! Te conheço???

Não entendo essas pessoas que te adicionam sem mais nem menos nos sites de relacionamento.

Orkut no início era uma febre. Você adicionava os seus amigos, pessoas com quem tinha contato (CONTATO – leia-se amizade, que desenrolava um papo, que se viam diariamente ou constantemente), até aí beleza! Hoje em dia o Orkut nem é tão fundamental. Aposto que quem tem já pensou em sair, mas não sai sei lá por quê. Eu não saio e não sei o motivo também.

Antes eu (e provavelmente você) entrava diariamente no Orkut, via que fuçou o meu, entrava na página do fuçador, pesquisava a vida alheia (olha o absurdo!!!), depois com esse negócio de gravar quem entra na sua página, eu via que a ex do meu atual entrava na minha página, que a fulana lá da PQP que ele já pegou entrava na minha página, via que a ex do meu ex também entrava. Olha que bisbilhotice!!! E você tá lá no meio. Primeiro você pensa em não fazer, não entrar na página alheia. Mas se entrou no seu! Se bisbilhotou a sua vida! Você faz o quê? Dá o troco: bisbilhota também. Eu já tive a ousadia (ou bizarrice) de deixar recado: “achou o que procurava”? Olha que sem noção!!!!

Fotos. Não sei os reais motivos que as pessoas postam fotos. Eu posto para que os amigos que nelas estão, peguem de lá. Porque eu sou prática e não tenho paciência nenhuma de parar em frente o computador e ficar anexando fotos no e-mail para enviar.

Namorados que se tornam ex atualizam seu perfil rapidamente para “solteiro e feliz”, "vivendo a vida adoidado", "a fila anda", "solteira sim, mas sozinha nunca" (e por aí vai), postam fotos na balada aparentando só alegria. Logo, logo voltam com os respectivos (ou não), com um mico desse registrado. Que vergonha!

Acho que dá para contar nos dedos a quantidade de pessoas que adicionei. De resto me adicionaram. E ainda me adicionam. Acredite, pessoas que eu não tenho nenhum contato, que por força do destino me conheceu um dia, que hoje em dia nem vejo mais, nem moro perto!!! Ah, geeeente, desnecessário. E eu reluto em aceitar o tal convite, fica dias lá o convite na tela principal quando entro no site. Até hoje não sei se a pessoa sabe quando a gente recusa o convite. E na dúvida, algumas pessoas eu acabo aceitando. Sei lá, me bate um sentimento de piedade, fico pensando “ah, aceita, coitado (a), o que tem de mais em aceitar, etc”. E não achando problema, vou lá e aceito. Mas POR QUE fulano me adicionou??? Tipo, sem motivo. Nem te conheço mais.

Mas tem que entender que para algumas pessoas a ferramenta é uma novidade. A ferramenta é nova para ele. Conheceu outro dia. Adiciona um primo, amigo, que te conhece e te adiciona. Tudo para incluir na lista de AMIGOS. Meoooo, nem sou (ou nunca fui) seu amigo (a). Tipo, "nem íamos um com a cara do outro(a)".

Aí vem esse lance de TWITTER. Caaaara, quase nunca entro na minha página. Poderia dizer que NUNCA entro. Mas recebo e-mails constantes de pessoas que me convidam. Os amigos eu aceito.

Só que tem gente cara de paaaaauuuuu!!!! Tem aquelas pessoas que te fizeram mal no passado! Sabe aquele tipo de ser humano que te apunhala pelas costas na primeira oportunidade?! Isso geralmente acontece no campo profissional, mas tem em todo lugar alguém querendo tirar vantagem. Um tipo podre que te faz desacreditar do que o ser humano é capaz de fazer. Pois é. E esse tipo tem a cara de madeira de te convidar. Peraí, isso já é demais pra mim. VTNC! (Vai tomar no meio do olho do seu C...!)

Vai uma RUFFES aí???

Olha isso, geeeeeeeente.
Saindo de um mercadinho, registramos isso....só rindo mesmo.


domingo, 13 de setembro de 2009

Eles construiram um amor....

...uma vida inteira e uma família linda.

Saudaaaades de um tempo que não volta mais...

Na balada...

Toda vez que vamos para balada vem um fotógrafo bater uma foto da galera:

- É para o site da balada. Entra lá, vai estar disponível na 2ª feira.

Nunca tem foto nenhuma. Ou é um saco ficar procurando em meio de tantas fotos.

Eis que a balada de R$100 contos de réis, aniversário do Tô, rendeu nossa fotenha no site:



Wal, Eu, Marcão, Tô (o aniversariante), Tati, Jair.